segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

“Jesus” aparece em vídeo pró-aborto e irrita cristãos

Se no Brasil o canal Porta dos Fundos causa confusão toda vez que inclui uma referência religiosa, nos Estados Unidos...
"Jesus" aparece em vídeo pró-aborto e irrita cristãos
Se no Brasil o canal Porta dos Fundos causa confusão toda vez que inclui uma referência religiosa, nos Estados Unidos a imagem de Jesus é usada em um vídeo de uma campanha online pró-aborto. A grande repercussão do assunto mostra que o debate sobre como e quando pode se fazer piadas com o nome de Jesus é parecido em todos os países de maioria cristã.

Com quase um milhão de visualizações, a atriz e comediante Sarah Silverman publicou em seu canal um esquete de cinco minutos onde mostra como recebeu uma visita de Jesus Cristo em sua casa. O inusitado da conversa é que Jesus pede a ela que leve sua “palavra”, no caso, o apoio à legislação americana sobre o aborto.

Michael Weatherly, ator que interpreta Jesus, mostra o Salvador como uma pessoa “bem humorada”, mas que afirma estar “muito chateado” ao ver como as pessoas estão usando seu nome para espalhar a intolerância e a opressão. Depois, senta no sofá com a atriz para assistir ao seriado “NCIS: Investigação Policial” e comer pipoca. Uma referência ao seriado que Weatherly participa. Há uma cena onde ele faz massagens nas costas dela. Então Sarah pergunta como ele sabe do que ela gosta.

Em determinado momento, Sarah pergunta a “Quando a vida começa?”, a resposta, dada por Jesus, entre risadas é “A vida começa aos 40”. Mas depois acrescenta “Óvulos fertilizados não são pessoas. As pessoas é que são pessoas”.

Essa é a deixa para Silverman, que é de uma influente família judia mas se declara ateísta, reclamar de como o governo mistura direitos civis com religião na hora de legislar. Defendendo um Estado laico e o direito de as mulheres abortarem como uma “questão de saúde”, critica a nova legislação que exige que as abortistas passem por uma sonda vaginal e sejam forçadas a olhar para o ultrassom do feto”.

O vídeo termina com ela defendendo uma campanha de nome impublicável e pedindo que as pessoas não deixem a religião atrapalhar as decisões políticas do país.

A influente revista Charisma classificou o vídeo como “o discurso cômico com mais blasfemas que eu já vi”. Políticos conservadores também emitiram notas de repúdio. Outros grupos cristãos pedem um boicote ao canal Comedy Central, onde Sarah tem um programa semanal e que também postou o vídeo em seu canal do Youtube. Surpreendentemente grupos judeus antiaborto também se manifestaram contrários ao material divulgado por ela. Com informações Christian Post e Charisma News.


Fonte: Gospel Prime

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