sexta-feira, 31 de maio de 2013

CNJ legisla com resolução sobre casamento gay

Embora integremos uma república instituída em 1889, regimes políticos, que ao longo do tempo a compuseram, a enxovalharam de tal modo que a sua plenitude só se garantiu, verdadeiramente, com as Constituições de 1946 e a atual, de 1988. E a república é importante e fundamental, porque nela a coisa pública, no seu sentido mais amplo, deve ser respeitada, preservada e protegida, o que usualmente se faz dividindo a gestão estatal em funções primordiais, que se interpenetram e se submetem a controles, o que em Direito Constitucional se convencionou chamar de sistemas de freios e contrapesos.
No nosso modelo de Estado, que repete tantos outros consolidados no mundo democrático, idealizado por Montesquieu em 1748, temos estas funções exercidas pelos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. Para uma convivência pacífica e organizada da sociedade, a subordinação legal dos cidadãos, de forma geral e impessoal, limita-se, como regra, ao que advém do trabalho do Poder Legislativo e da interpretação das leis pelo Poder Judiciário. Notadamente quando são manejados mecanismos constitucionais que, excepcionalmente, admitem que determinadas decisões produzam efeito assemelhado ao das leis em sentido estrito, como ocorre com as ações de controle de constitucionalidade.

É certo que há hipóteses, também excepcionais, nas quais a Constituição Republicana defere a outros entes públicos a edição de atos com efeitos gerais e abstratos, exemplificando-se com as Medidas Provisórias. Mas, insista-se, estas hipóteses são realmente excepcionais, daí porque não serão aqui levadas em conta.
Com essas considerações iniciais merece algum comentário a recente Resolução 175 do Conselho Nacional de Justiça, na qual o referido órgão veda às autoridades competentes – e aqui só se pode ler os magistrados e delegatários de serviços extrajudiciais – a recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo. A matéria não está legislada nem pacificada pelos Tribunais.

Destaque-se que nos considerandos do referido ato há menção à ADPF 132/RJ, na qual o Supremo Tribunal Federal, enfrentando tão somente o conteúdo do artigo 1.723 do Código Civil, decidiu, com efeito vinculante, afastar qualquer interpretação discriminatória da união estável entre parceiros do mesmo sexo, removendo o obstáculo da literalidade da norma legal para permitir a constituição familiar homoafetiva, não tratando de qualquer outra forma de família que não a decorrente da união estável e não reconhecendo o casamento homoafetivo de forma automática.

Há, ainda, na Resolução do CNJ, menção ao Recurso Especial 1.183378/RS, no qual o Superior Tribunal de Justiça entendeu pelo afastamento do óbice relativo à diversidade de sexos para determinar o prosseguimento do processo de habilitação de casamento. Todavia, o Recurso Especial produz efeito apenas entre as partes que participaram da ação judicial, não podendo sequer ser utilizado para legitimar ato dotado de generalidade e abstração. A resolução do CNJ, portanto, disse mais do que o decidido pelo STF, sendo conveniente apontar que a união estável se caracteriza, em regra, como uma relação informal, surgida de situação de fato, independente do elemento volitivo para sua caracterização, enquanto o casamento é negócio jurídico solene, dependente de inequívoca manifestação ou declaração da vontade para a celebração, embora tenham, ambos, o fim de formação de família.  O STF tratou apenas de uma das controvérsias que o tema encerra, de modo que o ato do CNJ está, em verdade, criando norma de efeito abstrato e geral, o que não se inclui entre as suas funções, segundo se lê do artigo 103-B da Constituição Federal.

Não se discute aqui o mérito do ato, até porque, posso adiantar, sou inteiramente favorável ao conteúdo material do que ali se defende. A questão está na inobservância de princípios tão caros à República, como o da separação dos poderes, protegido pelo artigo 60 da Carta Política, que lhe dá status de cláusula pétrea.  Não se discute, também, a importância do papel desempenhado pelo CNJ.

Todavia, a sua natureza de órgão administrativo é inegável e já foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal na ADI 3.367/DF. Assim, a competência advinda de sua natureza precípua não o legitima a assumir o papel de legislador, regulamentando a orientação de cartórios em matéria que, por lei, se sujeita a processo de dúvida a ser solucionado pelos magistrados, nem pode dar interpretação conforme à Constituição, por ser atribuição do Supremo Tribunal Federal.

O poder regulamentador do CNJ, por conseguinte, restringe-se a interpretar as leis em sentido formal com o objetivo de aplicação administrativa, nunca intervindo na atividade legislativa ou jurisdicional. Sobre o tema principal aqui tratado andou bem a Corregedoria Geral de Justiça do Rio de Janeiro ao editar o Provimento CGJ 25/2013, estabelecendo que se trata de matéria jurisdicional a
apreciação de eventual impedimento legal para casamento homoafetivo, não podendo ato normativo interno do tribunal sobrepor-se ao entendimento do juízo competente.

Nunca é demais lembrar que o poder emana do povo, como dispõe o parágrafo único do artigo 1º da 
Constituição e o seu exercício se dá através da divisão tripartite acima mencionada, na qual as atividades legislativas são exercidas primordialmente pelos parlamentares e as jurisdicionais pelos juízes.

O tema de fundo está realmente a merecer um tratamento legislativo e o Congresso já o vem discutindo por um longo tempo. Mas a obediência republicana recomenda que aguardemos este debate, que está se dando no foro próprio. Ou, se a espera se alongar por muito tempo, que busquemos os mecanismos judiciais possíveis, assegurando, assim, a segurança jurídica, fundamental para a consolidação do Estado Democrático de Direito.



Fonte: www.conjur.com.br

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Desemprego no DF atinge menor índice desde 1992

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No mês passado, 188 mil pessoas estavam desempregadas, quatro mil a menos que em março; taxa caiu de 13,3% em março para 12,9% em abril, segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego divulgada nesta quarta-feira pela Secretaria de Trabalho (Setrab)

29 de Maio de 2013 às 15:35

Helton Oliveira, da Agência Brasília - A taxa de desemprego no Distrito Federal caiu de 13,3% em março para 12,9% em abril, menor índice para este mês desde 1992, segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego divulgada hoje pela Secretaria de Trabalho (Setrab).

A população desempregada no Distrito Federal foi estimada em 188 mil pessoas em abril, 4 mil a menos que em março, fato "associado ao aumento de postos de trabalho (7 mil), dado que a população economicamente ativa se manteve praticamente estável, com aumento de tão somente 2 mil pessoas", apontou o estudo.

Com a criação de 7 mil novas vagas formais, o total de empregados no DF no mês pesquisado foi de 1.265 pessoas, e os setores que mais criaram empregos foram: Administração Pública (+ 5,7%), Construção (+ 2,5%), Indústria (+ 2,4%) e Serviços (+ 0,9).

BALANÇO- No acumulado dos últimos 12 meses, observou-se relativa estabilidade da taxa de desemprego (de 13,1% para 12,9%), com criação de 25 mil novos postos de trabalho formais e o ingresso de 24 mil pessoas na população economicamente ativa.

No mesmo período, o tempo médio de procura por trabalho caiu de 41 semanas para 37 semanas.

A Pesquisa de Emprego e Desemprego é elaborada mensalmente pela Setrab, em parceria com a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Fonte: http://www.brasil247.com

Abead se posiciona, pela primeira vez, contra a legalização da maconha


O relatório apresentado pela Associação Brasileira do Estudo do Álcool e outras Drogas apresenta dados científicos que provam que os prejuízos da liberação do entorpecente são maiores que os benefícios

Um ataque ao movimento em favor da descriminalização da maconha no país, encabeçado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e por sete ex-ministros da Justiça, foi desferido pela Associação Brasileira do Estudo do Álcool e outras Drogas (Abead). Na terça-feira (28/5), a entidade entregou ao governo um relatório posicionando-se, pela primeira vez, oficialmente, contrária à mudança na legislação.

O documento apresentado ao chefe da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), Vitore André Zílio Maximiano, traz dados científicos sobre o processo de liberação do entorpecente em sete países de três continentes. A conclusão é de que os prejuízos — aumento do consumo e diminuição da idade de experimentação, por exemplo — são maiores que os benefícios, que seriam a queda no número de prisões e o crescimento da busca por tratamento.

FONTE: Correio Braziliense

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Tráfico de Pessoas no DF: CPI convocará empreiteiros e suspeitos


Nesta quarta-feira (15), a Polícia Federal desarticulou um esquema que traficava pessoas de Bangladesh, Afeganistão e Paquistão para trabalharem em cidade satélite de Brasília.
O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara que investiga o tráfico de pessoas, deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), vai apresentar pedido de convocação de empresários ou pessoas físicas suspeitos de tráfico internacional de pessoas para trabalharem na construção civil do Distrito Federal.
Operação Liberdade
Nesta quarta-feira (15), a Polícia Federal desarticulou um esquema que traficava pessoas de Bangladesh, Afeganistão e Paquistão para trabalharem em um canteiro de obras de Samambaia, que fica a 35 Km do centro de Brasília. Segundo informações já em poder da CPI, a quadrilha aliciava os trabalhadores com falsas promessas de salário entre 1 mil a 1, 5 mil dólares (cerca de R$ R$ 2 mil a R$3 mil) e cobrava até 10 mil dólares pela imigração ilegal.

Os trabalhadores entravam no Brasil ilegalmente via Peru, Guiana Inglesa e Bolívia.
Batizada de Operação Liberdade, a ação da PF contou com 60 agentes para cumprir 14 mandados judiciais.
Além de eventuais empreiteiros envolvidos no negócio, o presidente da CPI pretende chamar autoridades do governo federal, caso se confirme a informação de que os estrangeiros trabalhariam em obras do Minha Casa Minha Vida – programa que é conduzido pelo Ministério das Cidades.
"Chama a atenção da CPI o fato de estas pessoas serem recrutadas na Ásia, já que até o momento tínhamos registros apenas de trabalhadores traficados de países vizinhos ao Brasil e do Haiti para serem explorados por aqui. A construção civil e a indústria têxtil figuram na lista dos setores que foram flagrados explorando a mão de obra estrangeira", disse Jordy.
Belo Monte
Em março deste ano, a Polícia Civil do Pará desmantelou uma casa de prostituição que traficava jovens do Sul do País para atuarem em uma boate erguida em terreno perto da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. O empreendimento integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Cinco pessoas foram indiciadas por cárcere privado, exploração da prostituição, tráfico de pessoas e formação de quadrilha.
Da Redação - RCA
Com informações da CPI do Tráfico de Pessoas

Maioridade Penal: Entidades em defesa de crianças e adolescentes rejeitam redução da maioridade penal


Plano Nacional de Educação (PNE) e projeto que proíbe maus-tratos contra crianças são algumas das propostas prioritárias para essas organizações.
Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Audiência pública para apresentação e debate da Agenda Propositiva para Crianças e Adolescentes 2013. Representante da Fundação ABRINQ, Heloisa Oliveira
Heloisa Oliveira, da Fundação Abrinq, defendeu a manutenção no Senado do texto do PNE aprovado na Câmara.
Representantes de entidades em defesa da criança e do adolescente foram unânimes em criticar as 41 propostas de emenda à Constituição (PECs) em tramitação no Congresso Nacional que tratam da redução da maioridade penal de 18 anos para 16 anos. A Comissão de Seguridade Social e Família promoveu nesta quinta-feira debate sobre a Agenda Propositiva para Crianças e Adolescentes 2013. Para as entidades participantes, em vez de discutir a redução de direitos, o País deveria investir em políticas sociais e melhorar o sistema educacional, para que crianças e adolescentes tenham seus direitos implementados plenamente.
A agenda propositiva foi formulada em uma série de reuniões envolvendo cerca de 30 organizações que atuam na proteção de crianças e adolescentes, entre 28 de fevereiro e 1° de março. O objetivo foi identificar quais são as propostas e políticas públicas relevantes para esse público, tanto no Poder Legislativo quanto no Poder Executivo. Também participaram das reuniões o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
As organizações identificaram 1.566 projetos em tramitação no Congresso Nacional que se referem a direitos das crianças e adolescentes, dos quais mais de 2/3 são apensados a outras proposições principais. Entre essas propostas, apenas 376 foram consideradas de interesse da criança e do adolescente, por ampliar seus direitos. E, dessas, 96 foram consideradas prioritárias, por terem grande impacto positivo.
Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Audiência pública para apresentação e debate da Agenda Propositiva para Crianças e Adolescentes 2013. Dep. Paulo Rubem Santiago (PDT-PE)
Para Santiago, mudanças no projeto do PNE feitas por relator no Senado são um "desastre"
Propostas prioritárias
A representante da Fundação Abrinq, Heloisa Oliveira, afirmou que o projeto mais importante que tramita no Congresso é o Plano Nacional de Educação (PNE - PL 8035/10). Já aprovada pela Câmara, a proposta está no Senado. Ela pediu que o texto que saiu da Câmara não seja alterado, para não ser desconstruído. O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) concorda. “O relatório do senador José Pimentel (PT-CE) ao PNE é um desastre, com domínio do privado sobre o público”, salientou.

A presidente do Conanda, Maria Izabel da Silva, citou como prioritária a aprovação do projeto que trata dos maus-tratos contra crianças (PL 7672/10), conhecido como Lei da Palmada. Ela defendeu ainda os projetos de lei que visam ao fortalecimento de conselhos tutelares (PLs 1735/11 e 6766/10, por exemplo); os projetos que tratam da extensão das licenças paternidade e maternidade (PLs 3281/12 e 901/11); e as propostas que tratam da proteção da imagem da criança e do adolescente, como a que regulamenta a publicidade voltada para esse público (PL 5921/01).
Temas ausentes
O diretor do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), José Antônio Moroni, destacou que não há nenhum projeto em tramitação no Congresso Nacional sobre participação e protagonismo juvenil. Também não existem propostas sobre violência letal contra jovens e adolescentes negros. “Sabemos que é a juventude pobre e negra que está sendo morta, e não há proposta para protegê-la”, observou.

Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Audiência pública para apresentação e debate da Agenda Propositiva para Crianças e Adolescentes 2013. Presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), Maria Izabel da Silva
Presidente do Conanda, Maria Izabel criticou a grande quantidade de propostas no Congresso que reduzem direitos das crianças e adolescentes.
Maria Izabel criticou o fato de haver muitas propostas que retiram direitos de crianças e adolescentes e nenhuma que trata da proteção da violação de direitos deles. “Isso é uma inversão do que está na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA)”, afirmou a presidente do Conanda. “A sociedade brasileira quer penalizar ainda mais a vítima”, completou, criticando a redução da maioridade penal. “Mesmo aquele que pratica infração penal tem direito à dignidade, porque tem conserto, sim”, disse. Segundo ela, não é possível falar em redução da maioridade penal sem falar da proteção dos adolescentes.
Na Câmara, a PEC 171/93 e as 16 propostas apensadas a ela, que tratam da redução da maioridade penal, estão sendo analisadas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Conforme a Fundação Abrinq, a proposta de redução da maioridade penal fere cláusula pétrea da Constituição. A Carta Magna estabelece que é direito do adolescente menor de 18 anos responder por seus atos mediante o cumprimento de medidas socioeducativas, sendo inimputável frente ao sistema penal convencional. Outro dispositivo constitucional afirma que os direitos e garantias individuais compõem as cláusulas pétreas, que não podem ser alteradas nem mediante emenda constitucional.
Fonte: Agência Câmara

Professor critica decisão sobre casamento gay em site da Universidade Federal do Ceará


Instituição informa, em nota, que texto não reflete opinião da faculdade, mas não retira artigo do ar.


A resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga cartórios brasileiros a celebrarem casamentos gays representa uma ameaça mais ostensiva à democracia do que certos atos camuflados do governo militar. A opinião é de um professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC), a mais tradicional do estado, e pode ser lida em um artigo publicado no site da instituição universitária. O teor do texto provocou protestos na internet e fez com que a universidade emitisse nota sobre o episódio.

No artigo intitulado “Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ‘Casamento’ homossexual e o fim da democracia”, o professor de Hermenêutica Jurídica Glauco Barreira Magalhães Filho incita a população, as igrejas e os cartórios a protestarem e resistirem à decisão do CNJ, baseada em julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou inconstitucional a distinção de tratamento legal entre uniões estáveis homoafetivas.

“O STF (Joaquim Barbosa em particular) ganhou a fama de ‘justiceiro’ ao condenar os implicados no mensalão, o que todos aplaudimos. No entanto, a continuidade disso é um golpe de Estado em andamento, pois o CNJ (presidido por Joaquim Barbosa), contrariamente à Constituição, determinou que os cartórios celebrassem casamento homossexual. Como, entretanto, um órgão de fiscalização pode legislar? Onde estão as noções de vontade geral, soberania parlamentar e legitimidade democrática?”, afirma o professor em um trecho do texto.

Em outro trecho, o professor critica o STF e o CNJ pelo argumento de "legislar" por causa da omissão do Congresso Nacional. Segundo ele, a omissão do Congresso é uma manifestação de vontade, "no caso, da vontade de manter a legislação vigente, que não contempla o casamento homossexual. A omissão do Congresso é o reflexo da vontade popular, que não deseja mudar o conceito de família".








Nas linhas finais, o professor também menciona o fato de a decisão ter sido tomada em maio, mês das mães. “Talvez, o próximo passo seja acabar com o dia das mães, pois esse conceito (mãe) logo estará ultrapassado. Essa ‘coincidência’ é para que cada um caia em si e veja que a família (maternidade, paternidade, etc) está sendo destruída.”

UFC e Faculdade de Direito se pronunciam

Em resposta, a Universidade Federal do Ceará publicou uma nota em seu site, na qual afirma que o artigo não interpreta o pensamento da instituição, “arcando os autores dos textos opinativos com a responsabilidade por aquilo que publicam sob sua assinatura”. O texto informa também que as páginas dos centros, faculdades e departamentos da UFC são livremente administradas pelas próprias unidades. “Cabe igualmente destacar que a política editorial desta universidade privilegia o respeito à diversidade de orientação sexual, étnica, cultural, ideológica e religiosa, além de reconhecer demais princípios constitucionais de nosso país”, pontua a nota.

O diretor da Faculdade de Direito, Cândido de Albuquerque, também emitiu uma nota em que informa não admitir “qualquer forma de intolerância religiosa, racial ou sexual”, mas esclarece que “não exercerá qualquer tipo de censura, pelo que será assegurado à sua comunidade acadêmica a livre manifestação de pensamento, vedado o anonimato, ainda que a opinião expressada não reflita o sentimento dele ou a posição institucional da faculdade”.
 
Fonte: OGlobo

sexta-feira, 24 de maio de 2013

INSCRIÇÃO I CONGRESSO COMAE DE MEIO AMBIENTE E EMPREENDEDORISMO




Crescimento de jovens evangélicos chega a 70% no estado de São Paulo e chega a 3° no mundo

O crescimento de jovens evangélicos chega a 70% nos últimos anos em uma região do estado de São Paulo, Brasil. Os dados foram revelados pelo último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Os números da pesquisa apontam para 338 mil moradores jovens que declararam ter relação com alguma igreja evangélica na região do ABCD - que compreende a região industrial, com os municípios de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema. Com a faixa etária de até 29 anos, o grupo era 236 mil pessoas no ano de 2000.

“Esse crescimento também é atrelado a uma abordagem mais jovem, um público que ficou afastado por muito tempo. No final dos anos 1980, começo dos 1990, começou um movimento gospel que trouxe uma linguagem muito mais voltada para jovens, com músicas, por exemplo”, explicou Magali do Nascimento Cunha, professora do Curso de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo, ao jornal ABCD.

“É uma linguagem que não é apenas jovem, mas uma cultura em que ser cristão não é ser ultrapassado, mas que pode ser algo moderno também”, complementou a pesquisadora.

O Censo Demográfico foi divulgado em 2012. No Brasil, o aumento do número de evangélicos chegou a 61% em 10 anos. A queda percentual de católicos foi considerada histórica pelos pesquisadores. O estudo revelou ainda que os jovens brasileiros são muito religiosos e estão em 3° lugar no mundo.



A maior população evangélica é a do estado de Rondônia, com 33,8%. A região com menos adeptos da religião é a Serra Gaúcha, onde algumas cidades apresentam apenas 1% da população. O estado do Rio Grande do Sul mostra um crescimento de aproximadamente 3% ao ano, menos da metade da média brasileira de 7,4% de evangélicos ao ano.

“Quando os evangélicos eram em torno de 13 milhões tínhamos 880 missionários trabalhando em missões transculturais. Depois de pouco mais de 20 anos somos 45 milhões com apenas 3.200 missionários transculturais. A partir do ano 2000, o crescimento caiu vertiginosamente. Hoje existe apenas um aumento de 3,5 % em números de missionários enviados anualmente”, publicou em artigo sobre o tema a instituição evangélica Servindo Líderes e Pastores (Sepal), ressaltando que o crescimento não chegou ao campo missionário.

O assunto já foi destaque da revista Veja, que apontou o Brasil como um dos países com maior população evangélica do mundo, apesar de ser a segunda religião, ficando atrás apenas do Catolicismo. Segundo a publicação, as igrejas que possuem mais templos são a Igreja Internacional da Graça de Deus, Comunidade Sara Nossa Terra e a Igreja Apostólica Renascer em Cristo.
 
 Fonte: Fé em Jesus

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Igualdade de direitos entre religiões é tema de debate na CAS







A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) discute em audiência pública na manhã desta quinta-feira (23) o livre exercício de crenças e cultos religiosos, com total igualdade de direitos. O assunto é objeto de projeto de lei do deputado George Hilton (PRB-MG) e já foi aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). A matéria está na CAS, onde será relatada pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP).

Ao requerer a audiência, Suplicy explicou que o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 160/2009 visa estender a todas as demais religiões os direitos usufruídos pela Igreja Católica, como representações nas capelanias das Forças Armadas, criação e administração de universidades e prestação de serviços em hospitais e entidades de assistência social. Para o relator, há pontos polêmicos como a interferência do projeto na condição laica do Estado brasileiro, a obrigatoriedade de o Estado oferecer ensino religioso e o interesse das religiões na aprovação do projeto.

Foram convidados representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, da União Nacional das Entidades Islâmicas, da Federação Espírita Brasileira, do Conselho Nacional de Umbanda do Brasil, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entre outros.

A reunião acontece na sala 9 da Ala  Senador Alexandre Costa e pode ser assistida pela TV Senado na internet.

Fonte: Agência Senado

Câmara aprova texto do relator para projeto antidrogas; falta votar destaques

A proposta prevê medidas como a internação involuntária de dependentes químicos e a ampliação de pena para traficantes. A continuidade da votação dos destaques ficará para a próxima semana.

Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Sessão Extraordinária. Discussão do PL 7663/2010
Proposta que altera o Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas provocou polêmica em Plenário.

O Plenário aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 7663/10, do deputado Osmar Terra (PMDB-RS), que muda o Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas (Sisnad) para definir condições de atendimento aos usuários, diretrizes e formas de financiamento das ações. O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Givaldo Carimbão (PSB-AL). Os deputados ainda precisam concluir a votação dos destaques apresentados à proposta.

De acordo com o texto do relator, o tratamento do usuário ou dependente de drogas deverá ocorrer prioritariamente em ambulatórios, admitindo-se a internação quando autorizada por médico em unidades de saúde ou hospitais gerais com equipes multidisciplinares.

A internação poderá ser voluntária ou não. A involuntária dependerá de pedido de familiar ou responsável legal ou, na falta deste, de servidor público da área de saúde, de assistência social ou de órgãos públicos integrantes do Sisnad.

Essa internação involuntária dependerá de avaliação sobre o tipo de droga, o seu padrão de uso e a comprovação da impossibilidade de uso de outras alternativas terapêuticas. Em relação à primeira versão do substitutivo, o tempo máximo de internação involuntária diminuiu de 180 para 90 dias, mas o familiar pode pedir a interrupção do tratamento a qualquer momento.

Todas as internações e altas deverão ser informadas ao Ministério Público, à Defensoria Pública e a outros órgãos de fiscalização do Sisnad em 72 horas. O sigilo dos dados será garantido.

Polêmica

A previsão de internação involuntária causou polêmica no Plenário. O líder do Psol, deputado Ivan Valente (SP), disse que a medida é repressora, não vai resolver o problema do consumo e vai incentivar a família a internar antes, em vez de lidar com o problema.

"Avançamos na luta antimanicomial, em que a internação compulsória precede a análise de uma junta médica e, agora, qualquer familiar com dificuldade de lidar com a droga vai internar involuntariamente um usuário sem saber se isso é eficiente", disse.
 
Alexandra Martins / Câmara dos Deputados
Dep. Osmar Terra (PMDB-RS) fala sobre internação compulsória
Osmar Terra: projeto tem como alvo os usuários que estão nas ruas, sem condições de se reabilitar.

Já o autor do projeto, Osmar Terra, afirmou que o texto mira em usuários que estão nas ruas sem condições de se reabilitar. "São pessoas que não têm família, dormem nas ruas, perderam tudo e não conseguem trabalhar, vivendo apenas esperando os próximos 15 minutos para usar a droga", disse.

O deputado Weliton Prado (PT-MG) também defendeu a internação. “Hoje, as famílias ficam desesperadas porque não conseguem uma vaga para internarem seus filhos. Um dos pontos mais importantes desse projeto é justamente não ficar esperando anos e anos, meses e meses, uma determinação judicial”, defendeu.

Combate ao crack

O relator do projeto, Givaldo Carimbão, disse que o texto tem como alvo principal os usuários de crack. Osmar Terra, por sua vez, lembrou que várias cidades brasileiras têm a chamada cracolândia, locais em que se compra e se consome o crack. “Estamos lidando com pessoas que estão morrendo, que consomem tudo o que têm”, argumentou.

Na discussão da matéria, Givaldo Carimbão rejeitou a adoção de modelos de outros países onde não há o consumo do crack. “O Brasil é o maior consumidor mundial dessa droga”, afirmou.
Entretanto, para o líder do Psol, Ivan Valente, o projeto adota estratégia equivocada de combate ao problema, deixando a repressão aos cartéis de drogas de lado. “Em todos os países em que essa linha foi adotada houve um fracasso. Devemos combater os cartéis de drogas, e a internação involuntária pode não ser efetiva”, afirmou.

Já o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) disse que a questão das drogas precisa passar da esfera da segurança para a saúde.

Bebidas alcoólicas

Por meio de destaque do PR, o Plenário retirou do texto a determinação de que os rótulos de bebidas alcoólicas contivessem advertência de seus malefícios, segundo frases estabelecidas pelo órgão competente.

A mensagem deveria ter imagens ilustrando o seu sentido. Foram 169 votos contra 149.

Apesar do pedido de muitos partidos para a retirada do dispositivo antes da votação, o relator manteve no texto por acreditar na associação do uso da bebida com o começo do uso de drogas ilícitas.

Givaldo Carimbão afirmou também que as mensagens de alerta foram eficientes no caso cigarro. “Quando isso ocorreu com o fumo, várias pessoas foram esclarecidas e pararam de fumar, o mesmo ocorreria com a bebida.”
 
Gustavo Lima/Câmara dos Deputados
Ordem do Dia discussão da PL 7663/2010 que trata do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas. Dep. Givaldo Carimbão (PSB-AL)
Givaldo Carimbão: consumo de álcool está ligado ao começo do uso de drogas ilícitas.

Os deputados contrários à advertência defenderam o tratamento do tema em um projeto em separado. Para o deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), a proibição seria uma “irresponsabilidade com a indústria nacional”, argumento usado também pelo deputado Efraim Filho (DEM-PB).

O deputado Marcos Montes (PSD-MG) afirmou que rotular com advertências apenas os produtos nacionais fere a isonomia com os produtos importados. Já o deputado Beto Mansur (PP-SP) disse que não cabe apenas discutir os rótulos das bebidas. “Não será esse texto no rótulo que vai resolver o problema do consumo de bebida alcóolica. Só vai prejudicar o setor. Temos de discutir a questão aprofundada, por exemplo, a prática de open bar nas discotecas e nos bares brasileiros”, disse.

Comunidades de acolhimento

Outra forma de atendimento ao usuário ou dependente prevista no projeto é o acolhimento em comunidades terapêuticas, com adesão voluntária. Elas devem oferecer ambiente residencial propício à promoção do desenvolvimento pessoal e não poderão isolar fisicamente a pessoa.

Usuários que possuam comprometimentos de saúde ou psicológicos de natureza grave não poderão ficar nessas comunidades. O ingresso nelas dependerá sempre de avaliação médica, a ser realizada com prioridade na rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Plano individual

Em qualquer caso de tratamento, deverá ser montado um Plano Individual de Atendimento (PIA), elaborado com a participação dos familiares ou responsáveis.

Devem constar do plano os resultados de avaliação multidisciplinar, os objetivos declarados pelo atendido, as atividades de integração social ou capacitação profissional, formas de participação da família e medidas específicas de atenção à saúde. Esse plano será atualizado ao longo das fases de atendimento.

Reinserção social

As pessoas atendidas pelo Sisnad poderão participar de programas de educação profissional e tecnológica, educação de jovens e adultos e alfabetização. Um destaque do PDT, aprovado pelo Plenário, retirou do texto a “prioridade absoluta” que seria dada aos dependentes.
Na legislação que disciplina o Sistema S, o texto permite a oferta de vagas por meio de convênio com os gestores locais dos sistemas de políticas sobre drogas.


Fonte: Agência Câmara Notícias

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Idoso é preso após ser visto fazendo masturbação na rua em Candangolândia

Um homem de 71 anos de idade foi detido, no início desta noite de terça-feira (21/5), depois de ser flagrado se masturbando dentro de um carro, em frente ao Centro Educacional nº 2, da Candangolândia. As crianças que saíam da escola viram a cena e chamaram os pais. A Polícia Militar foi acionada, e o homem foi levado para a 11ª Delegacia de Polícia do Núcleo Bandeirante. Ele assinou termo circunstanciado e foi liberado.

Segundo relato de um pai que estava no local, o homem não teria saído do carro, nem mostrado as partes íntimas para as crianças, porém, as crianças perceberam a ação do idoso. Assim que avisadas, algumas mães tiraram a chave da ingnição do carro e seguraram o homem até a chegada da polícia. Na delegacia, o homem teria negado que estivesse se masturbando e afirmou que estava à espera dos netos de um amigo. 

"Isso é um absurdo. Os pais já estão se mobilizando para fazer um abaixo assinado pedindo mais policiamento no local", contou um pai, que prefe não ter o nome revelado. Segundo ele, a escola tem um vigia, desarmado, que não atende às necessidades da escola. 

Com a assinatura do termo circunstanciado, o homem se compromete a comparecer à justiça quando for intimado. De acordo com informações da 11ª DP, nestes casos a pena é de até dois anos de detenção, normalmente transformados em outro tipo de pena, como doação de cestas básicas.

Ditadura gay quer transformar a heterossexualidade em anormal


Ouvimos este discurso e muitos, até entre nós mesmos, acham exagero. Muitos pastores ausentes, fechados em seus problemas internos de suas igrejas, dizendo: ”Estamos orando”; “Deus proverá”; “é mister que isso ocorra”… Quando chamamos atenção para a perseguição que está acontecendo no mundo das ideias, estes, tem seus discursos alienados prontos! Transformaram a força da palavra de Deus em “chavões” e desculpas para a covardia e desinteresse em lutar pelas causas do evangelho, que estão realmente afetando a igreja e desconstruindo nosso Deus como criador, como fato e transformando-o em um mito do preconceito.

Hipócritas! Bem profetizou Isaías acerca de vocês, dizendo: ” ‘Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens’”. Mateus 15:7-9

Talvez você fique chocado(a) com minhas palavras e sua reação será de me criticar por elas (cuidado você pode ser mais um que foge da realidade por ego ou incompetência cristã por não saber como pode ajudar então prefere o caminho mais curto, ignorar, negar que isto esteja acontecendo, minimizar o problemas, racionalizar ou mesmo intelectualizar), note que estes são mecanismos de defesa que o ego lança mão para se proteger de algo que ele não consegue aceitar talvez. Resumindo, estamos fugindo muitas vezes da situação para não nos comprometermos, mas no fundo sabemos  ser algo que Deus vai nos cobrar.

Eles afirmam que conhecem a Deus, mas por seus atos o negam; são detestáveis, desobedientes e desqualificados para qualquer boa obra. Tito 1:16

Muitos de nós estamos em uma zona de conforto, e pior queremos permanecer nela e não nos damos conta que enquanto dormimos na luz e no conforto de nossas  igrejas , muitos estão morrendo na escuridão em volta dela…

As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade” (Lamentações 3. 22 e 23)

As coisas tem acontecido, e nós estamos apenas confiando em orações passivas,  por falta de conhecimento, pois Jesus nos ensina que tem certos demônios  que só sai com muito jejum e oração, ou seja com ação se transportamos para nossa realidade  a Bíblia diz:” Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum. Mt 17: 14-21.

Em primeiro lugar é necessário que entendamos que, a luta com os demônios é guerra no mundo espiritual.

Os demônios são seres espirituais com personalidade e inteligência. Como súditos de Satanás, inimigos de Deus e dos seres humanos (Mt 12.43-45), são malignos, destrutivos e estão sob a autoridade de Satanás (ver Mt 4.10 nota).

Olhando por este prisma, o crente para atuar nessa área precisa estar devidamente revestido de poder, e estar dotado de fé suficiente para esse trabalho. Transportando para o mundo natural, o crente precisa ter conhecimento, cultura, sabedoria natural e ao mesmo tempo, oração, jejum e ação para poder agir no mundo natural, pois estamos espiritualmente somente orando e no mundo natural esperando passivamente.

Enquanto isso, as coisas tem acontecido de forma a impressionar. Segue abaixo algumas perseguições já consolidadas.
  •  Todo os psicólogo que se manifestar socialmente como cristão, contra a agenda gay, e contra qualquer comportamento em razão de sua fé, ou até mesmo, concordando com aborto, legalização de drogas, desconstrução da heterossexualidade como inata, será advertido a principio pelo Conselho de Psicologia (isso acontece comigo então não adianta dizer que é mentira porque respondo processo por isso).
  • Médicos que se negarem a fazer aborto por princípios religiosos serão punidos administrativamente.
  • E hoje todo juiz que se negar a fazer o casamento gay seja por qualquer razão, será responsabilizado e responderá por isso.
  • Professores tem sido proibidos de orar ou falar de Deus para seus alunos.
  • Estudantes em universidades tem sofrido bullying por se denominar cristão evangélico, etc.
Estamos sendo pressionados por uma militância ideológica política de gênero (gay) com ajuda da mídia e de políticos que querem apenas voto, criando resoluções, cerceando direito constitucional do cidadão, criando conflito ético com a constituição, para em nome de acabar com um preconceito desconstruir a família tradicional e a heterossexualidade como inata, natural do ser humano. Ou seja, para encaixar todas as formas de erotismo, afetividade estão tentando e conseguindo, em algumas situações, desconstruir dizendo que o que impede este avanço é o judaísmo/cristianismo. E como fazem isso? Convencendo a população e a nós mesmos que nosso Deus é homofóbico, nossa Bíblia é homofóbica, nós cristãos somos homofóbicos, e com a ajuda de nossa omissão, nossa hipocrisia, falta de conhecimento e humildade em reconhecer aqueles que ajudam e enfrentam essas causas.

Segue parte do conteúdo de minhas palestras sobre desconstrução da familia de Deus e sobre ditadura gay, acredito ser útil para todos como forma de conhecimento e vejam como está acontecendo ações práticas na vida escolar e acadêmica dos nossos filhos com intuito de dar um golpe fatal: o de deixar em dúvida parte da população se a nossa heterossexualidade é normal, é natural, e conseguir com isso implantar a criação de gênero neutro.

Essa desconstrução de Deus e da família bem como da heterossexualidade está se dando pelo discurso que já é prática da Teoria Queer (teoria da desconstrução), Gênero Neutro, heteronormatividade, pelo ateísmo, relativismo social, educação, leis, política, agenda internacional gay, instituindo a homofobia (lei da mordaça).

Mas o que seria essa Teoria Queer ? de forma simplificada explico a essência dela

É uma teoria sobre o gênero, que afirma que a orientação sexual e a identidade sexual ou de gênero dos indivíduos são o resultado de uma construção social e que, portanto, não existem papéis sexuais essencial ou biologicamente inscritos na natureza humana, antes formas socialmente variáveis de desempenhar um ou vários papéis sexuais.

Teve origem nos Estados Unidos em meados da década de 1980 a partir das áreas de estudos  (gays, lésbicas e feministas), fortemente influenciada pela obra de Michel Foucault. Expande o âmbito da análise para abranger todos os tipos de atividade sexual e de identidade classificados como “normativos” ou “desviantes”.

No século XX, se focaram em desacreditar a dicotomia entre a homo e a heterossexualidade numa perspectiva biológica; A noção do descentramento do sujeito — ou seja, a idéia de que as faculdades intelectuais e espirituais do ser humano não são parte da sua herança biológica,embora se definam em condições biológicas, mas o resultado de uma multiplicidade de processos de socialização, através dos quais se constituem de maneira sumamente diferenciada as noções do eu, do mundo e das capacidades intelectuais para operar abstratamente com este afirma esta teoria que  os indivíduos obtêm a sua condição “masculina” ou “feminina” como produtos meramente  histórico-sociais. Não aceita  uma forma “normal” de sexualidade — o casal heterossexual estável , inata e sim que todas as manifestações de orientação sexual são normais e devem ser aceitar em igualdade.

O que querem implantar na sociedade é que, a  heterossexualidade não é normal, não é nascida, e sim imposta por um meio e claro pelos religiosos que são uma maioria preconceituosa que impôs através dos séculos seu estilo de vida no caso do Brasil judaico/Cristã. Indo contra a concepção deles de que toda forma de manifestação de sexualidade é normal.  Baseado nessa teoria, então podemos dizer que a pedofilia é aceitável como manifestação natural? Normal? Entendam o futuro disso tudo.

Heteronormatividade

Dentro dessa teoria então criou se um termo hoje combatido pela psicologia atual que é a heteronormatividade.(uma heterossexualidade construída pelas normas sociais vigentes)  O termo foi criado por Michael Warner em 1991, em uma das primeiras grandes obras sobre a Teoria Queer Que diz que os que não são Heteronormativos não são percebidos como “normal, moral ou merecedores de ajuda do Estado” ou de legitimação querem imputar a heterossexualidade o rótulo de preconceituosos?ou seja só porque você nasceu heterossexual você já é preconceituoso.

A heterossexualidade então é tomada como normativa dentro de uma sociedade.
Cathy J. Cohen define a heteronormatividade como a prática e as instituições que legitimam e privilegiam a heterossexualidade e relacionamentos heterossexuais como fundamentais e ‘naturais’ dentro da sociedade”.  e diz que  essa “norma” é imposta por uma classe e ou religião, por um grupo opressor que  impede a manifestação   plural da sexualidade

A preocupação do movimento LGBTT e de seus militantes (psicologia, educação, sociólogos etc.) que tentam implantar essa teoria, é que numa sociedade “heteronormativa” entre as   normas estabelecidas para ambos os gêneros está o requisito de que os indivíduos deveriam sentir e expressar desejo somente por parceiros do sexo oposto e isso para eles é anti natural, pois o indivíduo pode se interessar por todas as formas de sexo e essa liberdade é interrompida pelas maiorias opressoras  (religiosos) desde o nascimento.

Vamos aos fatos

Quero informar que este discurso é uma inversão de valores é falacioso, negligencia a biologia, o sexo de nascimento e todas as outras ciências (médicas, por exemplo) que nunca comprovaram tais afirmações, elas são de socialistas, letristas, relativistas e muitos “istas”, não de cientistas pois estes não estão conseguindo fazer malabarismos com a ciência legítima, por isso são chamados de teorias, são discursos promovidos pelo movimento ativista gays, e  usam a bandeira do fim do preconceito atribuindo a heterossexualidade o rótulo que eles carregaram por muitos anos, seria vingança, esquizofrenia. Então para acabar com o preconceito contra os homossexuais temos que transformar nossas crianças desde o ventre da mãe em uma criança em conflito sexual, não podemos sinalizar, modelar o comportamentos conforme ao sexo nascido  para não frustrar um possível  adulto homossexual? E se dizermos que isso é uma loucura podemos ser punidos ou taxados de preconceituosos? Temos que aceitar engolir porque a “sociedade” (militantes ideológicos de gênero)  perdeu sua referência. A referência de nascimento é heterossexual e se expressa na natureza humana, animal, até mesmo na teoria ateísta de Darwin de evolução e seleção sexual das espécies comprova que esta Teoria Queer é inequívoca e serve aos desejos de quem a criou , não podemos promover enganos como desculpa de acabar com o preconceito e por vingança de um Deus que Não acreditam.

Para os que acreditam em Deus digo que: As famílias estão no coração de Deus. Afinal, foi projeto de Deus a criação da família que se iniciou lá no jardim do Éden com o casal Adão e Eva. E é esse o objetivo afetar o Deus que cremos, esses discursos são ateístas, pois podemos sim acabar com preconceito tornando as diferenças aceitáveis aos olhos principalmente dos cristão e isso já ocorre , e não podemos destruir nosso Deus e nossa família para atender aos desejos de alguns militantes ideológicos políticos pois isso sim é insanidade.

Veja o que fala um professor de “Homocultura” durante um seminário em Brasilia sobre gênero ele comprova o que estou dizendo, e para reforçar leia este artigo do Reinaldo Azevedo:

“Ela [heterossexualidade] é a única orientação que todos devem ter. E nós não temos possibilidade de escolha, pois a heterossexualidade é compulsória. Desde o momento da identificação do sexo do feto, ainda na barriga da mãe, todas as normas sexuais e de gêneros passam a operar sobre o futuro bebê. Ao menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física. A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. 

Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas”. “o menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física. A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas…… “não é para provar que todos somos iguais perante a lei: é para tirar os heterossexuais da “zona do conforto”. -Leandro Colling”, identificado como “professor da Universidade Federal da Bahia, presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura e membro do Conselho Nacional LGBTA

A gravidade desse discurso esquizofrênico que está ganhando até em nosso meio, muitos líderes já se deixaram enganar e ajudam desconstruir a heterossexualidade por interesses próprios , ou simplesmente para se vingar de algum líder que não concorde que esteja em evidencia defendendo a família, na arrogância de julgar a legitimidade espiritual da pessoa em questão, como se isso fosse possível para nós pobres mortais. Enquanto o ego atrapalha, a situação é a seguinte: O que sempre foi verdade na ciência, hoje é dita por estes professores como inversão, como engano, a manipulação na palavra não pode se transformar em verdade social, e está sendo a  passos largos, e nós temos sido os grandes promovedores dessas causas. Vale lembra que em Gn. 6.18, em referência aos animais que entraram na arca de Noé, determinou o Senhor que entrassem casais. Porque é sempre pelos casais que se formam as famílias.

Famílias desestruturadas, líderes causando escândalos, cristãos que se vendem por medo de perder sua imagem, sua fama, falam em pagar o preço, mas quando a “maré sobe” é o primeiro a pular fora do barco  e perverter até mesmo um versículo bíblico para caber sua covardia.   E é clássico dos dizeres: Jesus está voltando, não é contra o sangue, é mister que isso aconteça, e vamos ficar de braços cruzados, então pra que fazer barulho, vamos nos recolher em nossas igreja, deixar que os outros se explodam, e esperar a chagada de Jesus e ir pro céu certo? Errado se o mundo chegou a este ponto é porque fomos omissos até então, Jesus não foi omisso conosco enfrentou tudo e a todos sabendo que is ser sacrificado, mas por você e por mim, ele acreditou valer a pena. E eu não sei você, vou fazer a minha parte, denunciar, palestra, escrever, alertar, gostem ou não do que vem acontecendo cobrar de nossos deputados mais foco, nas causas da família, ainda que não gostem ainda que sejamos taxados de oportunista, não importa fala sua parte, ou melhor vá além.

Mas voltando ao nosso texto, além da desconstrução da heteronormatividade, tem coisa pior a pratica nisso se dá na escola leia meu artigo gênero neutro.

Criação da criança em Gênero Neutro

Já é realidade em várias escolas no mundo e chegou no Brasil,segundo essa teoria que faz parte do “conjunto” a crianças devem ser criadas sem simbologia, signos, sem normas sexuais, e papeis sexuais e ou sociais e sim deixá-las livres para escolher de forma “natural” o que  e como desejam “se tornar”.

O adulto não pode interferir impondo papeis. Não se deve influenciar a criança a adotar comportamentos que sempre foram vistos como típicos de seu sexo.Para ser alcançado essa quebra de tabus e preconceito eles adotam práticas  arriscadas, que pode sim confundir a sexualidade da criança, mas como a ordem é desconstruir a heteronormatividade , a heterossexualidade como normal, nascida, de acordo com sua biologia, então essa  educação vem favorecer a teoria gay somente. Pois proíbe que um adulto influencie a criança com comportamentos que sempre foram vistos como típicos do seu sexo.

Com todo esse discurso de eliminar preconceito e usar a igualdade entre os sexos para evitar a violência entre as mulheres, eles não informam como isso pode afetar negativamente seu filho, Até hoje a ciência não descobriu se a homossexualidade é inata ou adquirida no meio social, mas já se tem certeza de que toda criança nasce com predisposição a desenvolver características psicológicas do sexo a que pertence.

Essas ações e discussões são construídas quase que exclusivamente para vender homofobia travestida de preocupação parental. E claro que como pais podemos ser convencidos de qualquer coisa se provarmos com discursos que isso protegerá seu filho, com manipulação da verdadeira intenção, esses militantes que são gigantes dentro do sistema educacional principalmente vão introduzindo na grande massa calada as ideologias que quiserem. Até um ponto que não teremos mais como reverter…

Na Suécia, uma empresa criou um catálogo de brinquedos sem distinção de gênero, no Brasil, desenhos, cartilhas, já implantam essa idéia não mais da diferença que deve ser respeitada, mesmo você não concordando, mas e sim induzindo as crianças a viverem e ter desejos pelos dois sexos pois assim é “natural”.  E é no brincar na infância que a criança começa a elaborar estes papeis positivamente e negativamente e necessário sim o modelo adulto. A influência para se construir se firmar essa sexualidade do sexo nascido. E sinto que muitos professores e muitos psicólogos e médicos tenham se calado a este fato.

Tudo isso que escrevi, é uma realidade e muitos de nós tem contribuído para o avanço dessas ações contrárias a família por se negar a ouvir, e temo que quando realmente quiserem ouvir,não poderemos fazer mais nada.

Tudo isso faz parte de uma ditadura gay que se instalou no Brasil, e começou com o descaso de muitos de nós, por não acreditar por exemplo na política, e não  ter conhecimento que são as leis que mandam na nação, e só podemos obstruir projetos, e criar leis que nos defendam com a boa política, não por poder e ego, mas sim por amor as causas de Cristo. Que são boas e agradáveis sim porque não geram preconceito e sim amor, tudo isso está invertido na sociedade está na hora de deixarmos nossa omissão de lado e buscar conhecer, se envolver mais, ajudar, criticar o sistema, mas com inteligência, ou perderemos nosso maior direito e graça que temos o de manifestar nossa fé garantida pela constituição. Há muito mais a ensinar, mas deixarei para um próximo artigo, quando falarei do relativismo social, que entrou em nossa igreja, está no meio acadêmico destruindo a fé de nossos jovens, e é a principal responsável por tudo que está acontecendo, não podemos mais aceitar passivos que destruam socialmente a imagem do nosso Deus através de nossa fé e nossa família… Que Deus nos ajude, e façamos por merecer esta ajuda.

Motivo você meu irmãos a fazer a sua parte como, por exemplo, enviar e-mail, para deputados, senadores, divulgando atos e ações de todos aqueles que se importam e tentam de alguma forma lutar contra esse movimento que está engessando nossa fé e criticando manifestando sua indignação pessoal e ou de grupo contra essas novas leis, contra essa usurpação de direitos, precisamos (organizar grupos de discussões, seminários, palestras, imprensa, irmos também as rua, pacificamente ,atos públicos, marchas, reuniões com deputados, abaixo assinado, focado e entregue no final) Falta conhecimento, objetivo e foco, além de muita oração focada no problemas,  discernimento espiritual e natural juntos de forma ativa com amor e respeito ao próximo sempre, mas acima de tudo respeitando nossa fé nosso Deus, sem emoção com fé fundamentada em princípios internalizados.

Sei que muitos – e estes são os que tem menos condições – lutam nas redes sociais, mas também sei e outros além de não ajudar, atrapalham com comentários desumanos, com criticas e cobranças sem conhecimento de causa, apenas promovendo discórdia, e nos imputando rótulos e adjetivos simplesmente por não saber como agir. Tenham cuidado com o fermento dos fariseus, que é a hipocrisia.

Lucas 12:1 Outros  pegam o “bonde andando” como dizem e querem sentar na janela. Está quase que desumano continuar lutando contra o mundo e ter que viver combatendo a ignorância , arrogância e hipocrisia e ego de muito “crente” Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. 1 João 1:6

Não tenho medo algum de falar dessa forma, pois quem é bom e luta e foca no reino, não dará desculpas apenas reconhecerá a verdade, esse tem sido a queixa dos que realmente se importam e somos muitos, pequenos e numerosos só precisamos saber mais sobre o que acontece para saber agir, transformar nossas orações em ato, materializar nossa oração Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia! Salmos 32:2

Se somente oração fosse suficiente , não precisaria Deus enviar seu Filho para morrer por nós,(João 3:16)  ”Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. este foi um ato, um fato, uma ação e é por ela que posso hoje falar aos irmãos.
Referências
  • BUTLER, Judith. Críticamente subversiva. In: JIMÉNEZ, Rafael M. Mérida.
  • Sexualidades transgresoras. Una antología de estudios queer. Barcelona: Icária
  • editorial, 2002,
  • LOURO, Guacira Lopes. O corpo estranho. Ensaios sobre sexualidade e teoria queer.
  • Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
  • Revista veja coluna reinaldo Azevedo
  • LOBO Marisa .artigo: Gênero Neutro : Coluna  .Gospelmais.com.br
  • JESUS: Bíblia Sagrada


    Fonte: Gospel Mais