quinta-feira, 6 de junho de 2013

Donos encontram dificuldades em levar cães a lugares de lazer

Para não perder momentos de lazer ao lado dos animais de estimação, muitos brasilienses tentam levá-los a shoppings, clubes e restaurantes. Na capital, no entanto, poucos locais aceitam a presença das mascotes
Ana Pompeu

Publicação: 06/06/2013 14:50

Carolina não gosta de deixar Nick sozinho: animal dócil (Viola Júnior/Esp. CB/D.A Press)
Carolina não gosta de deixar Nick sozinho: animal dócil
Para muitas pessoas, um cachorro é mais que um companheiro. Algumas até aprofundam essa relação e transformam o animal de estimação em membro da família. Isso inclui levá-lo nos passeios feitos por casais e crianças, ou apenas como companhia quando nenhuma outra pessoa da casa pode ir. Apesar dos espaços amplos entre os blocos das superquadras e locais públicos, como o Parque da Cidade, Brasília é considerada uma cidade pouco acolhedora para os bichos, já que apenas alguns lugares fechados aceitam a presença dos pets. Mesmo com restrições, os shoppings são as opções mais certas. No Parque da Cidade, animais de médio e grande porte precisam de focinheira para circular.

Ludmilla e Beatriz decidiram adestrar Romeu para os passeios (Viola Júnior/Esp. CB/D.A Press)
Ludmilla e Beatriz decidiram adestrar Romeu para os passeios
Em um churrasco em família, a professora Beatriz Coppola, 50 anos, decidiu levar o cachorro. O lhasa apso Romeu tem 3 anos e fica sozinho a maior parte do tempo. “Levamos ao clube, onde as churrasqueiras ficam até um pouco isoladas. Nós o amarramos na mesa e ele ficou lá o dia todo no mesmo lugar, mas, ao menos, ficou com a gente. Quando um funcionário do clube viu, veio nos dizer que não era permitida a entrada de animais”, contou. Com um pouco de conversa, eles conseguiram permanecer no local.


Poucos clubes do Distrito Federal aceitam a entrada de animais de estimação. A informação é do presidente do Minas Brasília, Pedro Viana. “Todos os estabelecimentos, tanto privados quanto as associações de órgãos públicos, impedem que as pessoas entrem acompanhadas de bichos. Eles entendem que, caso algum problema ocorra com um cachorro nas dependências de um clube, a responsabilidade vai ser da empresa”, explica.
Fonte: Correio Braziliense

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