quinta-feira, 16 de maio de 2013

Seminário LGBT Coloca Religião E Fé No Banco Dos Réus

A campanha agressiva da Agenda Gayzista prossegue objetivando claramente destruir as instituições bases de uma sociedade sadia : família e religião. A estratégia principal tem sido manipular a opinião pública apresentando as igrejas ( evangélicas principalmente) e seus líderes como fundamentalistas preconceituosos e fomentadores de violência.


A religião, a fé e também a família foram postas no banco dos réus durante o X Seminário LGBT que ocorreu no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados dia 14 de maio em Brasília. O Deputado Federal (o ex-BBB) Jean Willys foi o moderador do seminário que buscou reunir o maior número de representações de diversos segmentos, porém, explicitamente simpáticos à causa Gay. Destoando dos demais convidados, representando a Igreja Evangélica, esteve presente o Bispo Robson Rodovalho, ex-Deputado Federal, fundador da Frente Parlamentar da Família e presidente da Igreja Evangélica Sara Nossa Terra, com sede internacional em Brasília.
Com o Slogan “Liberdade, Abre as Asas Sobre Nós”, o Seminário que prometeu discutir a liberdade religiosa e liberdade das outras minorias, o evento levantou a bandeira da intolerância religiosa, acusando e apontando a igreja cristã e sua liderança como fomentadores de violência e agentes de desumanização de nossa sociedade e ainda, como verdadeiros vilões da democracia e do almejado estabelecimento efetivo de um Estado Laico. “Fundamentalistas”e “retrógrados” são os adjetivos que os ativistas e simpatizantes LGBT tem usado largamente em seus discursos contra os evangélicos.
As Comissões de Cultura, Educação e Legislação deram respaldo político e apresentaram o Seminário em parceria com a Frente Mista pela Cidadania LGBT e a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos. Além do Bispo Rodovalho (SNT) participaram  da mesa debatedora o padre Wladimir Porreca, assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pastora Romi Márcia Bencke, secretária-geral do Conselho Nacional de Igrejas (CONIC) e Inez Campos, representante do Centro de Estudos Budistas Bodisatva.
O Bispo da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra foi o primeiro a usar da palavra. Dentre outras reflexões, ele enfatizou que “com seus erros e acertos, a religião cristã trouxe maturidade à civilização ocidental. Inclusive nos direitos humanos, que foram gerados nos princípios cristãos”. Ele ainda defendeu o pensamento da não interferência direta da religião nos assuntos do Estado, mas também se posicionou contrário a inclinação proselitista em benefício de qualquer outra entidade ou filosofia. “Saimos de uma ditadura e não queremos retornar a esse estado novamente, seja uma ditadura religiosa ou pautada na filosofia de qualquer outro grupo e/ou entidade” afirmou. Por não ter permanecido até ao final por ocasião de outro compromisso, o que não mudaria em nada o destino óbvio dos debates, o bispo Rodovalho, após explicar sua retirada ao mediador, deixou o auditório debaixo de vaias e gritos da platéia, que não teve sua atitude hostil e grosseira repreendida por Jean Willys.
O padre Wladmir Porreca, representante Católico procurou de forma civilizada reafirmar a posição da Igreja Católica em fazer uso de sua liberdade protegida pela Constituição para ensinar, defender e difundir seus ensinamentos, dogmas e doutrinas. No entanto, embora ternha sido politicamente correto grande parte do tempo, ao tocar em pontos que feriam sensivelmente a filosofia e interesses do movimento LGBT, também não escapou de ser vaiado e hostilizado por ativistas que exaltados lançavam acusações de pedofilia na Igreja Católica, o que curiosamente também contou com o silêncio conivente do mediador.
Confira entrevista exclusiva com o bispo Robson Rodovalho


Fonte: Fé em Jesus

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