quinta-feira, 4 de abril de 2013

Daniela, Joelma e o apóstolo Paulo.

Com os recentes acontecimentos e a polêmica efervescente que o assunto trás, confira o artigo abaixo e diga o que você pensa sobre o assunto, mas claro, só se tiver coragem...
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O já badalado mundo do showbizz foi sacudido na manhã desta quarta-feira, 03, com a declaração da estrela da música baiana Daniela Mercury no Instagram, fartamente ilustrada com fotos que comprovam toda intimidade da Diva com sua nova paixão: uma mulher. Assim afirmou à revista Quem: "Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração para cantar".
Os veículos de comunicação rapidamente replicaram a matéria que dominou também a web. Poucos minutos após a postagem, Daniela recebeu uma enxurrada de felicitações por seu "ato de coragem".

 Conforme fontes da revista Quem, a atual "inspiração" de Mercury é Malu Verçosa, jornalista que já foi namorada da ex-assessora de imprensa da artista, Fabiana Catro. A também cantora Joelma, da banda Calypso, evangélica, fez declarações a imprensa dias atrás sem a mesma receptividade. Isto porque, na contra-mão do sistema, Joelma declarou-se  desfavorável a união gay, acrescentando que, caso descobrisse que um filho seu tivesse se tornado homossexual, "faria de tudo até à morte para convertê-lo." Essas declarações em tempos de feroz ativismo LGBT, certamente lhe renderam muita impopularidade.

Você caro leitor, ao encontrar a nota sobre o atual status de relacionamento de Daniela Mercury aqui no portal Fé em Jesus, deve naturalmente estar considerando: "- Até aqui estou lendo sobre isso?". Em resposta lhe diríamos que sim, mas com o intuito de juntos refletirmos a respeito das implicações no universo cristão e na sociedade em geral. Senão, vamos analisar: O que temos aqui? Uma estrela da música brasileira anunciando ao mundo sua opção sexual e tornando pública sua intimidade alardeando sua novíssima opção sexual, pois a cantora foi casada por duas vezes, com homens. Daniela tem inclusive dois filhos com Zalther Portela de seu primeiro casamento.
A partir daí, observamos que não lhe faltaram elogios, palavras de apoio, encorajamento e, sim, de admiração por seu grande feito. A comunidade LGBT, em especial os ativistas, comemoraram com a algazarra que lhes é peculiar, mais um famoso que assume sua sexualidade publicamente, reforçando a militância. Assim, mais um precedente se abre para que muitos outros "saiam do armário" - expressão usada para os que rompem com o silêncio e a desfaçatez e assumem sua homossexualidade, assim como fez Daniela Mercury. Falta de público para aplaudir, não corre esse o risco. Aliás, parece ser chic sair do armário. Cada vez mais aumenta o status de força e originalidade para os que assim tem procedido. Basta lembrar do recente exemplo do cantor Ricky Martin.
Concordamos que a liberdade de expressão e o direito individual de escolha são bens preciosos e inegociáveis mas, o que temos visto é uma grande tolerância aos que decidem viver de forma diferente do biologicamente natural e aceito tradicionalmente pela maioria. A mídia tem glamourizado esse estilo de vida e o showbizz tem exercido enorme influência sobre as gerações, criando uma mentalidade coletiva pré-disposta a aceitar e ser conivente com este comportamento que não é nada moderno. Sempre houve. Citando sem muita pretensão a história, podemos lembrar que nas antigas Grécia e Roma, a pederastia e o homossexualismo eram aceitos com simpatia e certa "naturalidade" por todos.
Em tempos mais remotos ainda, podemos lembrar da fuga de Ló e de sua família da cidade de Sodoma, descrita no primeiro livro da Bíblia, Gênesis. Para proteger os visitantes que haviam chegado para anunciar a destruição iminente da cidade e ajudá-los na fuga, Ló em desespero chegou a negociar a entrega de suas filhas no lugar dos estrangeiros, mas um grupo grande de homossexuais  em sua porta, se interessou apenas pelos visitantes, que eram homens. Deus precisou cegar por um tempo o grupo que loucamente permaneceu na frente da casa de Ló , para que ele pudesse sair rumo às colinas antes da destruição da cidade. Daí o fato de ligar homossexuais a sodomitas.  Assim, vemos que essa "opção" é tão velha quanto a queda do homem. A propósito, com a entrada do pecado no mundo, o homem ficou suscetível a toda sorte de práticas opostas aos propósitos divinos.
Falar contra a homossexualidade hoje nos torna irremediavelmente "fundamentalistas". A mídia e os militantes se esforçam em afixar a tag "Homofóbico" a todo pastor que venha pregar que homossexualidade é um pecado, e não uma alternativa ou escolha. O heterossexual não chama um gay de heterofóbico e preconceituoso por ele não gostar de alguém do sexo oposto. No entanto, hoje se um hétero se manifestar contrário a homossexualidade e se não apoiar o casamento gay, imediatamente é rotulado de homofóbico e preconceituoso. Uma coisa é respeitar  que o outro adote um estilo de vida e um pensamento diferente do meu, sem ter meu direito de liberdade de expressão cerceado; outra coisa é eu não poder falar o que penso sob pena de ser qualificado como criminoso ou até como um tipo de inimigo público. Pareceria absurdo isso em um regime democrático tempos atrás, mas agora, é prática recorrente e quase uma convenção. Estamos sendo forçados a aceitar com naturalidade e sorriso algo que a Palavra de Deus condena; amanhã, parece que seremos obrigados a adotar essa prática como sendo a melhor, a mais adequada, a perfeita. Irão nos obrigar a não apenas aceitá-los, mas, de nos tornarmos como eles.
No livro de  2 Tessalonicenses, no Novo Testamento, em seu capítulo segundo, o Apóstolo Paulo profeticamente falava sobre a operação do erro nos últimos dias. Um tempo que ele anunciava quando os homens abandonariam as verdades de Deus para dar crédito a mentiras e fábulas. Deus assim entregaria os homens às suas próprias paixões e inclinações humanas. E é o que temos vivido. Cresce a tolerância contra a intolerância religiosa. Os valores absolutos e os princípios irrevogáveis do cristianismo se colocam naturalmente como pedras de tropeço no caminho da militância gay na busca por uma consolidação de sua ditadura. Querem eliminar de suas consciências a culpa que lhes atormenta: o fato de que a homossexualidade é pecado.
A Palavra de Deus é espelho que nos revela o que antes não víamos sem sua ajuda: o erro, a imperfeição, o pecado, a mentira. A mesma Palavra porém, nos aponta para um que tem todo poder para perdoar e transformar o homem: Jesus. Ele, sendo Deus, já era perfeito, mas despiu-se de sua glória e majestade, se fazendo homem para que, ao nosso nível pudesse se qualificar ao derrotar nossos maiores inimigos:  A própria natureza humana caída (a carne), o diabo e a morte.
Assim como a glória da antiga e magistral Babilônia, das exuberantes Grécia e Roma, um dia passaram, a glória dos famosos de hoje também vão passar, e até a glória da fantástica Hollywwood um dia, será história; porém, a mesma mensagem pregada por Paulo, a Palavra de Deus,  até hoje subsiste, e essa, jamais passará.
Beni Maia
Fonte: Fé em Jesus

Um comentário:

  1. cada um busca hoje em dia seu deus;alguma coisa para adorar e se esqueçe que o unico que é e tem que ser adorado é DEUS nosso pai e adorarmos e seguí o exemplo de JESUS e somente eles.

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