sábado, 29 de dezembro de 2012

“Bíblia Rainha James”: Ativistas gays editam versão da Bíblia que aprova homossexualismo

Uma reedição da Bíblia foi criada por ativistas gays com o objetivo de eliminar as discussões acerca do homossexualismo recorrente de interpretações do livro sagrado do cristianismo. De acordo com os editores da “bíblia gay”, batizada de “Queen James Bible” (Bíblia Rainha James), todos os versículos normalmente mencionados para condenar o homossexualismo foram reeditados para impedir interpretações contrárias à prática homossexual.

O nome faz alusão à “King James Bible” (Bíblia Rei James), batizada originalmente em referência ao rei James da Inglaterra, que autorizou a primeira tradução para o inglês mais de 400 anos atrás.

Para justificar o nome adotado para a publicação, os editores afirmam que “o rei James I era um bissexual bem conhecido. Embora ele tenha se casado com uma mulher, seus muitos relacionamentos homossexuais eram tão conhecidos que, entre alguns de seus amigos e judiciais, ele era conhecido como ‘Rainha James’”

- A Bíblia Rainha James resolve quaisquer interpretações homofóbicas da Bíblia, mesmo assim sabemos que a Bíblia ainda está cheia de contradições – afirma o site da publicação.

- Não há Bíblia perfeita. Esta também não é. Nós queríamos fazer um livro cheio da palavra de Deus, que ninguém poderia usar para condenar incorretamente os filhos de Deus que nasceram LGBT, e conseguimos – completa o site.

Afirmando que a palavra “homossexual” não foi colocada no livro sagrado até 1946 e que esse termo não existe em nenhum verso dos manuscritos originais, os editores fizeram diversas ponderações sobre as dificuldades de tradução de termos como “sodomita” e “abominação”, e afirmam que essa nova versão é “mais pura”.

- Você não pode escolher a sua sexualidade, mas você pode escolher Jesus. Agora você pode escolher uma Bíblia, também. – conclui o site que promove a bíblia gay.

Por Dan Martins, para o Gospel+

 

Absurdo: “Bíblia Rainha James”: Ativistas gays editam versão da Bíblia que aprova homossexualismo


“Bíblia Rainha James”: Ativistas gays editam versão da Bíblia que aprova homossexualismo
Uma reedição da Bíblia foi criada por ativistas gays com o objetivo de eliminar as discussões acerca do homossexualismo recorrente de interpretações do livro sagrado do cristianismo. De acordo com os editores da “bíblia gay”, batizada de “Queen James Bible” (Bíblia Rainha James), todos os versículos normalmente mencionados para condenar o homossexualismo foram reeditados para impedir interpretações contrárias à prática homossexual.
O nome faz alusão à “King James Bible” (Bíblia Rei James), batizada originalmente em referência ao rei James da Inglaterra, que autorizou a primeira tradução para o inglês mais de 400 anos atrás.

Para justificar o nome adotado para a publicação, os editores afirmam que “o rei James I era um bissexual bem conhecido. Embora ele tenha se casado com uma mulher, seus muitos relacionamentos homossexuais eram tão conhecidos que, entre alguns de seus amigos e judiciais, ele era conhecido como ‘Rainha James’”

- A Bíblia Rainha James resolve quaisquer interpretações homofóbicas da Bíblia, mesmo assim sabemos que a Bíblia ainda está cheia de contradições – afirma o site da publicação.

- Não há Bíblia perfeita. Esta também não é. Nós queríamos fazer um livro cheio da palavra de Deus, que ninguém poderia usar para condenar incorretamente os filhos de Deus que nasceram LGBT, e conseguimos – completa o site.

Afirmando que a palavra “homossexual” não foi colocada no livro sagrado até 1946 e que esse termo não existe em nenhum verso dos manuscritos originais, os editores fizeram diversas ponderações sobre as dificuldades de tradução de termos como “sodomita” e “abominação”, e afirmam que essa nova versão é “mais pura”.

- Você não pode escolher a sua sexualidade, mas você pode escolher Jesus. Agora você pode escolher uma Bíblia, também. – conclui o site que promove a bíblia gay.

Por Dan Martins, para o Gospel+

domingo, 23 de dezembro de 2012

Especialista ensina a traçar metas para 2013

A área da estratégia nasceu na ciência militar, e hoje é utilizada por empresas no mundo inteiro para estabelecer objetivos e determinar a melhor forma de chegar a eles. O fim do ano costuma ser repleto de listas, apesar de serem úteis, segundo  o especialista em administração pela USP, Fábio Zugman , a maioria das pessoas erra ao fazer listas grandes demais. Um outro ensinamento da estratégia é tornar o processo de decisão claro e rápido assim como a ação. Ao invés de oferecer diversos itens ou etapas, o autor prefere manter as coisas simples. Zugman diz que as lições da história nos mostram que podemos atingir objetivos que valham a pena seguindo quatro passos: Priorizar, pagar o preço, seguir em frente e adaptar-se.

Veja a seguir com mais detalhes o que fazer em cada passo:


 (Kleber Sales/CB/D.A Press)
1) Priorize: Um ditado da área militar diz que se você quer que algo seja feito, o melhor a fazer é criar uma lista com seus 10 principais objetivos. Em seguida, ordene todos por ordem de importância. Pronto? Agora risque os 8 que estão no fim. O motivo? “É comum termos vários planos e objetivos, mas quanto mais tentamos fazer ao mesmo tempo, menos avanços temos, mais nos confundimos e mais frustrados nos sentimos. Escolha uma ou duas coisas que realmente importam, e resolva as coisas de forma firme mas calma” recomenda Zugman. 

2) Pague o preço: Tudo tem um preço. Se uma empresa quer se expandir, ao escolher um local para uma nova fábrica, tem que pagar o preço de estar naquele local. Se um exército escolhe atacar o inimigo, deve pagar o preço da resistência. Se você está em um relacionamento ruim, o preço será o processo de separação e a perspectiva de ficar solitário. Se algo é realmente importante, você deve se preparar mentalmente, fisicamente e de vez em quando financeiramente para pagar o preço. “Muitas vezes sabemos o que queremos mudar mas não queremos ou temos medo de pagar o preço. Toda mudança possui um custo, então vá em frente, pague logo de uma vez e siga com seus projetos de vida.” diz o autor.

3) Siga em frente: Nenhuma mudança é fácil. Zugman diz que é comum empreendedores e pessoas em mudanças de carreira acreditarem que, uma vez que alcançarem seus objetivos, tudo estará bem. Isso não é verdade, quanto mais nova a empresa, mais chances as coisas têm de sair errado. Um novo emprego costuma ter suas dificuldades. Até objetivos que parecem simples como “entrar em forma” exigem uma mudança na rotina que inclua uma melhor alimentação e exercícios, o que geralmente exige um esforço por parte da pessoa. O importante é saber que, se você se decidiu por fazer algo, deve tentar fazer até o fim.

4) Adapte-se: Uma coisa é desistir porque algo é difícil, outra porque as circunstâncias mudaram. Se você decidiu arrumar um novo emprego em 2013 porque seu chefe torna sua vida um inferno e um novo colega deixou as coisas mais suportáveis, talvez seja hora de rever seus objetivos. Fábio Zugman dá o que chama de sua “regra de ouro” da mudança: Nunca desista por falta de esforço ou na primeira dificuldade, mas quando as circunstâncias mudam, você deve avaliar se está na hora de mudar seus planos.

 (Divulgação)
Sobre o autor: Fábio Zugman é paulistano e tem 32 anos. É professor universitário, doutorando em Administração pela FEA-USP e Mestre em Administração pela UFPR. É autor dos livros Empreendedores esquecidos (Elsevier, 2011); Administração para profissionais liberais (Elsevier, 2005); Governo eletrônico: saiba tudo sobre essa revolução (Livro pronto, 2006); O mito da criatividade (Elsevier, 2008); e coautor de Dicionário de termos de estratégia empresarial (Atlas, 2009); Criatividade sem segredos (Atlas, 2010).




Fonte: CorreioWeb

sábado, 8 de dezembro de 2012

Kit do MEC estimula criança a fazer sexo

Por Sandro Guidalli para o Portal Fé em Jesus
Nossas crianças estão cada vez mais indefesas dentro das próprias escolas. Veja um novo exemplo de livros que estão invadindo as salas de aula com o objetivo não só de disseminar o gayzismo e o bissexualismo mas também agora o de estimular crianças a partir de 9 e 10 anos a fazerem sexo. O livro é sugerido pelo MEC a diretores e professores da rede pública e privada de ensino.
Logo em sua estreia, o Portal Fé em Jesus mostrou em reportagem como livros didáticos e paradidáticos que exaltam o homossexualismo e a "família" formada por um casal gay estão chegando nas escolas do país sob sugestão e estímulo do MEC. Disfarçadamente, o kit gay concebido pelo governo para ser distribuido nas escolas, em que pese o recuo do então ministro da Educação, Fernando Haddad, vai sendo introduzido no ambiente escolar, atingindo crianças a partir dos seis anos de idade até os adolescentes no Ensino Médio.
São livros que não ensinam apenas como colocar um preservativo no pênis. Eles ensinam que um casal homossexual ou bissexual deve ser aceito pelas crianças e que não há nada de errado se um coleguinha for adotado por dois "país" ou duas "mães". Esses livros também interagem com as crianças, como o modelo que este Blog mostra abaixo. Ele se chama "Aparelho Sexual & Cia, Um guia inusitado para crianças descoladas", escrito pela autora francesa Hélène Bruller e editado no Brasil desde 2007 pela Companhia das Letras.
Para esta autora e para quem publica uma obra dessas, "criança descolada" é criança que está pronta para fazer sexo. Vejam abaixo várias imagens do livro e notem que ele ensina as crianças a transarem, exibindo posições sexuais, explicando o orgasmo e o que se pode sentir com a prática sexual, etc.
Em outra página do mesmo livro, as crianças são estimuladas a colocar o dedo num buraco feito no livro onde se pode simular um pênis ou a introdução dele numa vagina.
Confira abaixo:

Consumo excessivo de álcool pode levar à falência cardíaca

Neste período do ano, caracterizado pelas festas de natal e reveillon, o consumo abusivo de bebidas alcoólicas é frequente. Os danos causados vão além dos acidentes de trânsito. O álcool contém toxinas prejudiciais à saúde que danificam as funções de alguns órgãos, principalmente o coração e fígado.

Apesar dos riscos do consumo excessivo de bebidas alcoólicas, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico 2011 (Vigitel), do Ministério da Saúde, 19% dos brasileiros entrevistados consomem de maneira abusiva bebidas alcoólicas. O percentual é ainda maior em homens, 26%. A pesquisa é aplicada por telefone a maiores de 18 anos que moram nas capitais brasileiras. O consumo excessivo é percebido quando são consumidas 5 doses de bebidas alcoólicas entre homens e 4 doses entre mulheres.

No Distrito Federal, o percentual de pessoas que afirmam ingerir álcool em excesso, em um intervalo de até trinta dias, foi de 17%. Entre as mulheres, o consumo cresceu entre os anos de 2006 e 2010, atingindo a estabilidade em 2011. Em 2010, a capital do país chegou a ser a região onde houve maior consumo excessivo de álcool entre mulheres.

O álcool aumenta a chance de desenvolver a cardiomiopatia alcoólica. A doença é causada pela ingestão excessiva do produto e provoca deterioração do miocárdio. “O tempo varia de maneira individual, alguns estudos mostram que o consumo de mais de 80 g de etanol diário ao longo de 5 anos é suficiente para o desenvolvimento da cardiomiopatia alcoólica”, afirma o cardiologista do Hospital do Coração do Brasil, Dr. Sidney Araújo. Com isso, o funcionamento do coração é prejudicado, podendo levar à falência múltipla de órgãos e à morte do paciente. O músculo e os vasos sanguíneos do coração apresentam inchaço, ocasionando a baixa pressão arterial.

Os efeitos tóxicos do álcool no miocárdio causam sintomas como diminuição de fôlego, mesmo durante pequenos esforços, transtorno do ritmo cardíaco e inchaço nas extremidades do corpo. Também, os níveis de oxigênio no sangue diminuem, gerando perda de energia e fadiga. O diagnóstico da doença pode ser feito através de exames invasivos e não-invasivos: ecocardiograma e biópsia cardíaca. A análise se baseia na história clínica de consumo excessivo de bebida alcoólica por longo período e na presença de sintomas e sinais de insuficiência cardíaca.



Fonte: Jornal Alo Brasilia

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Jornalista australiano critica 'tolerância' brasileira ao infanticídio em aldeias indígenas

Soraya Mendanha


O jornalista australiano Paul Raffaele manifestou indignação, em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH) nesta quinta-feira (29), com o que chamou de tolerância do governo brasileiro à prática do infanticídio em tribos indígenas isoladas.


Durante cerca de duas semanas de convivência com os índios Suruwahás, no Sudoeste do Amazonas, para produzir o documentário Amazon's Ancient Tribe - First Contact, Paul constatou que o grupo incentiva o assassinato de recém-nascidos deficientes ou filhos de mães solteiras, por acreditarem que são maus espíritos.


O jornalista afirmou que a Funai, e consequentemente o governo brasileiro, faz vista grossa à prática e que essa tolerância escapa de sua compreensão.


- Acredito que a Funai seja o órgão errado para administrar os territórios indígenas. O departamento está cheio de antropólogos que querem proteger a pureza cultural dos índios, mesmo quando isso envolve enterrar bebês vivos ou abandoná-los na floresta para serem comidos vivos por onças e outras feras - destacou.


Paul Raffaele disse discordar da política da Funai e do governo brasileiro de tentar manter tribos indígenas isoladas do resto da sociedade. Segundo ele, ao agirem assim, concordam e aprovam com uma das piores violações aos direitos humanos em todo o mundo.


- Não consigo entender por que não há, no Brasil, uma grande discussão a respeito do assunto. Como o povo brasileiro aceita as regras desses antropólogos? Não conheço nenhum outro país no mundo que aceite crianças enterradas vivas - ressaltou.


O jornalista, que trabalha há cerca de 50 anos visitando tribos isoladas, disse que, na maioria dos locais em que esteve, os jovens queriam ter contato com o mundo externo para buscar formação educacional e conhecimento. Raffaele afirmou que a Funai desencoraja esse tipo de atitude e incentiva os índios a permanecer na “Idade da Pedra”.


- Eles não perguntam o que os índios, principalmente os jovens, querem. Eles dizem a esses jovens o que devem fazer. Fecham as tribos no que eu chamo de museu antropológico vivo - disse.

Raffaele lembrou que membros da Funai e do governo brasileiro negam que ainda haja assassinato de bebês e crianças em tribos indígenas, mas ressaltou que existem provas contundentes que comprovam a prática, especialmente entre tribos mais isoladas.


- Não estou falando de algo que aconteceu há séculos. Pode ter acontecido ontem e acontecer amanhã. Está na hora de o governo brasileiro ficar do lado de todas as suas crianças e não apenas daquelas não indígenas - disse.


O senador Magno Malta (PR-ES), autor do requerimento da audiência, criticou a posição dos que defendem o ato como uma prática cultural. Ele disse acreditar que a cultura é sempre menor do que a vida e que não há justificativa para qualquer tipo de defesa à morte.

- Deus não criou a cultura, criou a vida - destacou.


Representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do Ministério Público e parlamentares presentes à audiência ressaltaram a importância do tema e afirmaram que debaterão o assunto dentro dos órgãos, para que possam ser desenvolvidos projetos que levem mais cidadania às comunidades indígenas isoladas.

Os índios Suruwahá vivem em uma área no município de Camaruã, no Sudoeste do Amazonas. O grupo, composto hoje por cerca de 140 pessoas, é também conhecido como “povo do veneno”, devido à prática e veneração do suicídio, que constitui uma das características mais marcantes de sua cultura.


O consultor legislativo Fabiano Augusto Martins Silveira, representante do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), afirmou que as condutas verificadas na tribo podem ser classificadas não só como infanticídio, mas também como homicídio. De acordo com ele, cabe aos órgãos de proteção agir para impedir suicídios e homicídios.

- Não podemos ser tolerantes com aqueles que aceitam ou propagam a morte - disse.


Fonte: Agência Senado