domingo, 28 de outubro de 2012

Falta de equipamento na rede pública impede cirurgia de epiléticos

25/10/2012 - 16:36

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Falta de equipamento na rede pública impede cirurgia de epiléticos

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

90% são contra o aborto no Brasil

O novo Código Penal está na boca do povo, literalmente. O DataSenado, serviço da Secretaria de Pesquisa e Opinião do Senado Federal, fez pesquisa para descobrir o que a população pensa sobre os temas mais polêmicos na elaboração do novo regimento de conduta brasileiro, conforme antecipou Fernando Molica na coluna Poder Online, do iG, ontem. O resultado revelou a defesa da criminalização da posse de drogas para consumo, o desejo de redução da maioridade penal e de aumento do tempo de prisão dos condenados.



A população também se posicionou contra a legalização do aborto e pela punição à homofobia. “Vamos levar as opiniões em consideração, inclusive em reunião semana que vem. O debate não acaba antes de abril, porém dificilmente vamos incluir artigos sobre aborto ou homofobia, são temas muito específicos”, comenta o senador Eunício Oliveira, presidente da comissão que avalia o novo Código Penal.


Segundo o professor de Direito Penal Antônio Carlos Barandier, a pesquisa revela mentalidade punitiva na sociedade: “As pessoas acham que quanto mais ameaçado de punição menos o povo comete crime. É preciso discutir mais, o sistema penitenciário está superlotado. A cadeia não está recuperando, deveria ser para crimes graves, os outros deviam ser resolvidos com medidas socioeducativas, multa”.


O DataSenado ouviu 1.232 pessoas de 119 municípios (inclusive todas as capitais) em setembro. Além dos temas citados, 80% discordam da inimputabilidade prevista para povos indígenas, 70% querem punição para cambistas e 52% acreditam que cópia de produtos culturais para uso pessoal deve ser permitida. Informações de O Dia.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Absurdo: Projeto prevê cota para professores gays em escolas públicas

O pastor Silas Malafaia resolveu comentar a denúncia feita pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) durante seu pronunciamento na última quarta-feira (17) alertando a todos sobre o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT que pede cotas de professores gays nas escolas públicas de ensino infantil.

No seu depoimento o deputado explica que a presidente Dilma Rousseff é a favor deste projeto e que ele seria uma continuação do chamado “kit gay”, pois proíbe a compra de livros considerados “homofóbicos” para as escolas públicas e libera a compra de obras que defendam as relações entre pessoas do mesmo sexo.

Bolsonaro chega a elogiar a atitude do pastor Silas Malafaia que tem enfrentado a fúria dos ativistas gays por se pronunciar contra projetos que favorecem as relações homo afetivas, como o polêmico Projeto de Lei 122/2006, mas chamou atenção dos líderes religiosos que estão apoiando o candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, que também estaria por trás desse novo plano.

Ao falar sobre o caso no site Verdade Gospel, Malafaia deixa claro que não se volta contra os homossexuais, mas ao ativismo gay que quer implantar seus princípios na sociedade brasileira.

“Nós, evangélicos, não queremos impedir ninguém de ser gay, e muito menos discriminá-los na sociedade. Mas dar privilégios e concordar com a desconstrução da família, isto nós não vamos aceitar”.

Malafaia também comenta os três pontos destacados pelo deputado Bolsonaro, fazendo suas ressalvas e mostrando indignação.

“1- Criação de cotas para professores gays. Que absurdo!; 2- Desconstrução da heteronormatividade. Isto é, um homem e uma mulher e seus filhos chamado da família nuclear, que é a base da sociedade, não pode mais ser assim.; e 3 – Impedir livros “homofóbicos” para as crianças. O que isto quer dizer é que se aparecer uma família somente com a figura de homem e mulher, isto é “homofobia”. Tem que ter dois homens, ou duas mulheres. E vai por aí a fora…”

Fonte: GospelPrime

 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Novo edital, com regras para a Lei de Cotas, será publicado até sexta

O decano de Ensino e de Graduação da Universidade de Brasília, José Américo Soares, analisará ainda nesta segunda-feira (15/10) as especificações do decreto e da portaria publicados no Diário Oficial da União para regulamentar a Lei de Cotas Sociais. Segundo ele, até a próxima sexta-feira (19/10) um novo edital, com as retificações necessárias para se adequar ao novo sistema de reserva de vagas deve ser publicado. Será estudado, junto ao Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe), a possibilidade de alteração nas datas das provas.

Desde 5 de outubro as inscrições para o primeiro vestibular de 2013 e para a terceira etapa do Programa de Avaliação Seriada (PAS) estão suspensas. A universidade aguardava as definições do Ministério da Educação para fazer as devidas alterações. O decanto responsável pela área considerou prudente suspender as inscrições devido à alta procura. Após a nova abertura um mecanismo deve ser criado para que todos os cadastrados possam alterar a opção pelas cotas, caso se encaixem nos parâmetros exigidos.

Fonte: CorreioWeb

 

domingo, 14 de outubro de 2012

O Brasil avança, mas ainda está no meio do caminho

O transporte de uma tonelada de soja produzida no norte de Mato Grosso para Xangai, na China, passando pelo Porto de Santos, pode chegar a US$ 180, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em comparação, levar uma tonelada de soja de Davenport, nos Estados Unidos, para a mesma cidade chinesa custa US$ 108. Na fazenda, o produto brasileiro é mais barato, mas acaba se tornando mais caro por causa da deficiência logística. O custo do transporte representa 19% do valor final do produto americano, comparado a 30% do brasileiro.

O gargalo da infraestrutura, no entanto, é apenas um dos problemas que afetam a competitividade do Brasil. "A questão da competitividade está razoavelmente bem diagnosticada", afirma o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da consultoria MB Associados.

"Não era tão clara há dois ou três anos, mas, ao longo do tempo, nos levou a uma grande convergência." Além da infraestrutura, ele aponta a complexidade do sistema tributário e a alta carga de impostos, a capacitação inadequada da mão de obra e a baixa qualidade da educação como pontos fundamentais que precisam ser melhorados para que o Brasil possa competir com mais sucesso no mercado global.

Os rankings globais de competitividade mostram um país no meio do caminho. No relatório mais recente do Fórum Econômico Mundial, o Brasil ficou em 48.º lugar, entre 144 países analisados. Outro estudo, feito pela Economist Intelligence Unit (EIU), mostrou o Brasil na 37.ª posição entre 82 países. Existe um contraste grande entre o posicionamento do País nesses rankings e o tamanho de sua economia, a sexta maior do mundo.

Num evento da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, em São Paulo, Justine Thody, diretora para as Américas da EIU, mostrou uma nova versão da famosa capa de uma edição de 2009 da Economist, em que o Cristo Redentor decolava como um foguete. A afirmação da capa original – "Brazil takes off" (Brasil decola) – ganhou um ponto de interrogação.

Segundo Justine, o Brasil foi o país que teve o crescimento mais prejudicado pela crise mundial entre os Brics (sigla que também inclui Rússia, Índia e China). "Também é o que tem a economia mais fechada", destacou. Ela mostrou o desempenho de um segundo grupo de países em desenvolvimento, chamado Civets (sigla em inglês de Colômbia, Indonésia, Vietnã, Egito, Turquia e África do Sul), que vem registrando um crescimento maior que o brasileiro.

Na lista do Fórum Econômico Mundial, o Brasil ganhou cinco posições no último ano, ficando pela primeira vez entre os 50 primeiros. O avanço se deu principalmente por melhoras na condição macroeconômica e na ampliação do uso de tecnologias da informação e comunicação. Entre os pontos positivos, o relatório destacou a sofisticação da comunidade de negócios do País (33.º lugar), em um dos maiores mercados internos do mundo (7.º). Entre os pontos negativos, estão a confiança nos políticos (121.º), a excessiva regulação do governo (144.º) e o desperdício de gastos públicos (135.º). A qualidade da infraestrutura de transportes ficou em 79.º lugar e a da educação em 116.º.

A pesquisa mostrou as regulações tributárias como o fator mais problemático para fazer negócios no Brasil, sendo apontado em 18,7% das respostas. Em segundo lugar, veio a oferta inadequada de infraestrutura (17,5%), seguida da carga tributária (17,2%), da burocracia governamental ineficiente (11,1%) e das regulações trabalhistas restritivas (10,1%).

Gargalos. Os impostos brasileiros não são somente altos. Também é complicado pagá-los. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a carga tributária brasileira, que está próxima de 36% do Produto Interno Bruto (PIB), é a quarta maior do mundo, ficando atrás somente de Suécia, Noruega e Dinamarca. O excesso de regulação exige que as empresas cumpram 97 obrigações contábeis, o que representou, em 2011, um custo médio de 1,5% de seu faturamento.

"As empresas gastam muito nas chamadas informações parafiscais, que as empresas são obrigadas a enviar para a Receita", disse o economista Mendonça de Barros. Ele destacou que, se o Fisco simplificasse e tornasse mais claros os regulamentos, se reduzisse a quantidade de relatórios que as empresas precisam fornecer, já haveria um aumento de competitividade, mesmo sem mexer na carga tributária.

Recentemente, o governo anunciou um pacote de concessões que prevê o investimento de R$ 133 bilhões em ferrovias e rodovias federais. Para o professor Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral, tudo vai depender da execução. "Nos últimos anos, houve projetos fantásticos de infraestrutura, que não foram implementados", disse. A Fundação Dom Cabral é parceira do Fórum Econômico Mundial na elaboração do estudo sobre competitividade.

Boa parte dos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) está atrasada por problemas como falta de licenciamento ambiental e indícios de irregularidades. Em 2011, o investimento brasileiro em infraestrutura cresceu apenas 2%, chegando a R$ 173 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib).

Na área da educação, existe um problema emergencial, que é a falta de engenheiros e de profissionais com formação em ciências no Brasil. O grande desafio, no entanto, é aumentar a qualidade do ensino, principalmente do ensino fundamental.

O resultado mais recente do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostrou que o Brasil está abaixo da média dos países avaliados em leitura, ciências e matemática e que, nas três áreas, mais da metade dos estudantes não consegue passar do nível mais básico de compreensão.

O programa avalia jovens com 15 anos completos. "Países como Coreia do Sul e China cresceram com investimento na educação", destacou o professor Carlos Arruda. "Mas o avanço nessa área demora uma geração."

O transporte de uma tonelada de soja produzida no norte de Mato Grosso para Xangai, na China, passando pelo Porto de Santos, pode chegar a US$ 180, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em comparação, levar uma tonelada de soja de Davenport, nos Estados Unidos, para a mesma cidade chinesa custa US$ 108. Na fazenda, o produto brasileiro é mais barato, mas acaba se tornando mais caro por causa da deficiência logística. O custo do transporte representa 19% do valor final do produto americano, comparado a 30% do brasileiro.


Fonte: Estadão.com.br

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Dia da Criança: o trabalho infantil cresceu 70% na última década, segundo estatísticas do IBGE

Os números do IBGE sobre trabalho infantil no Distrito Federal não são os melhores presentes para entregar no Dia da Criança, comemorado hoje (12). Informações do censo de 2000 registravam que 6.386 menores de 14 anos trabalhando, enquanto no ano de 2010 o número aumentou para 10.834, ou seja, 69% a mais.

O censo de 2010 revelou ainda que quase 30 mil crianças e adolescentes, de 10 a 17 anos estão no mercado de trabalho. Em 2000 eram menos que 23 mil.

Os “locais de trabalho” dos adolescentes e crianças já são conhecidos da sociedade: Rodoviária do Plano Piloto, semáforos nas principais vias do DF e no aterro sanitário da Estrutural. Em muitos casos, as crianças acabam sendo o arrimo da família.

Pelo Decreto 4.134 de 2002, que teve como base orientações da Organização Internacional do Trabalho, menores de 14 anos não podem ser inseridos no mercado profissional. Até aos 16 anos de idade, o adolescente só pode se ocupar sendo menor aprendiz.

A Secretaria de Desenvolvimento e Transferência de Renda (Sedest) é a pasta responsável pelas políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes nessas situações. De acordo com a Sedest, uma das formas é o Centro de Referência (Creas) em oito cidades de população de baixa renda. Nos programas desenvolvidos nesses locais, os pais das crianças recebem recurso do governo para manter os filhos estudando.

Mas o próprio órgão relata dificuldades para enfrentamento. “A naturalização do trabalho infantil, que faz com que algumas situações não sejam identificadas como uma violação de direito (como na mendicância, na venda de balas na rua, o trabalho rural e trabalho doméstico)”, justifica.

Fonte: Guardian Noricias

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ativista gay faz apologia ao uso de armas contra pastores

Dois vídeos divulgados pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP), onde um ativista gay promete pegar em armas, se for preciso, para defender sua ideologia homossexual dos opositores conservadores.
No vídeo, um ativista do Movimento LGBT, Marcio Retamero, que se intitula pastor, chama de “desgraçados” e de “fundamentalistas religiosos” os políticos que defendem a família e a fé cristã.
 
Esta apologia à violência e desrespeito às liberdades de expressão e religiosa ocorreram durante um seminário LGBT, no Congresso Nacional, em Brasília, evento comandado pelo deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ).
 
Veja o vídeo abaixo

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

No Distrito Federal, 56% das cotas na UnB serão para negros e indígenas

As dúvidas sobre a regulamentação da Lei de Cotas Sociais começaram a ser respondidas ontem pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Na expectativa da publicação do decreto que norteará os estudantes e as universidades com relação ao processo de reserva de vagas sociais e raciais, Mercadante adiantou que o documento, a ser publicado no Diário Oficial da União entre hoje e amanhã, define exatamente como será feita a divisão do sistema. Aos que ingressarem nesse método, o ministro prometeu reforçar o auxílio permanência — bolsa recebida por alunos de baixa renda para que tenham condições de se manter no ensino superior.


Entre as principais dúvidas sobre o novo sistema estão a definição de escola pública e como o percentual inicial de 12,5% será aplicado. De acordo com Mercadante, a instituição necessariamente depende de um vínculo com o município, o estado ou a União. Assim, os colégios militares, considerados os de melhor ensino gratuito do DF, se encaixam no critério. “Não é escola conveniada, é pública. Isso vai estar no decreto explicitado. No caso dos que fazem supletivo, só vale se tiver cursado escola pública anteriormente. Educação de Jovens e Adultos (EJA) só (vale para) quem cursou antes o ensino do Estado.”

Fonte: CorreioWeb

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Taxista que favorecer turismo sexual poderá perder permissão

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4332/12, do deputado Pastor Marcos Feliciano (PSC-SP), que pune o taxista com a perda da permissão de trabalho se ele beneficiar o turismo sexual. A proposta altera a Lei 12.468/11, que regulamenta a profissão.

De acordo com conceito da Organização Mundial do Turismo adotado pela proposta, o turismo sexual é feito de viagens organizadas com o propósito de se ter relações sexuais comerciais do turista com residente do local de destino.

O autor da proposta afirmou que grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, costumam atrair torcedores interessados na exploração sexual. “Nossa preocupação aumenta na medida em que consideramos aquela parcela mais carente do nosso contexto social”, afirmou Feliciano.

De acordo com Feliciano, os taxistas precisam apoiar a jornada contra a exploração sexual infanto-juvenil.

Íntegra da proposta:

Fonte: Agencia Câmara

 

sábado, 6 de outubro de 2012

Projeto torna crime sacrifício de animais em ritos religiosos

 

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 4331/12, do deputado Pastor Marcos Feliciano (PSC-SP), que torna crime o sacrifício de animais em rituais religiosos com pena de detenção de seis meses a um ano e multa.

A Lei de Crimes Ambientais (9.605/98) prevê essa pena para quem mata, persegue, caça ou apanha animais silvestres, nativos ou em rota migratória, sem permissão. Quem impede a procriação dessas espécies, modifica ninho ou outro abrigo natural ou ainda quem pratica tráfico de animais, ovos ou larvas também recebe a mesma punição.

Segundo o autor do projeto, várias entidades de proteção aos animais buscam coibir os rituais que incluem maus tratos, mutilações e mortes de animais. Na opinião de Feliciano, a prática é uma “crueldade descabida e mau exemplo às crianças que assistem esses rituais e se tornam insensíveis ao sofrimento, até mesmo de seres humanos”.

Tramitação

A proposta foi apensada ao PL 347/03, que já foi analisado pelas comissões técnicas e aguarda votação no Plenário. Fonte: Agência Câmara

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Mais um aumento: Governo vai reajustar IPTU



A Secretaria de Fazenda do Distrito Federal (SEF-DF) encaminhou à Câmara Legislativa, ontem (2), o projeto de atualização do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2013. O documento indica que os novos valores foram corrigidos em 5,39%, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
O percentual é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e apurado nos doze meses anteriores ao mês de encaminhamento do projeto ao legislativo.
A alíquota para os terrenos desocupados será de 3%. Para os residenciais não construídos, áreas comerciais, parte de residências utilizadas como comércio e portadores de alvará de construção por até 36 meses o índice será de 1%. Com relação a salas onde a função seja de quitinetes e imóveis residenciais edificados, o percentual ficará em 0,3%.
Estão inscritos no Sistema Integrado de Tributação e Administração Fiscal (Sitaf) da SEFpouco mais de 816 mil imóveis. Neste ano, totalizaram perto de R$ 778 milhões em impostos aos cofres do Governo do Distrito Federal. Dessa previsão, foram quitados, até o momento, R$ 417 milhões.

IPVA - Quanto à proposta que reajusta o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) ela seguirá elevação na tabela elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) ainda a ser divulgada. A previsão é de que o projeto seja encaminhado ao Legislativo no início de dezembro.
Da redação do Alô

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Desmotivação no trabalho: confira as dicas para superar o problema

Falta de um plano de carreira ou de remuneração variável, desafios impossíveis, falta de reconhecimento nos trabalhos desenvolvidos, clima organizacional ruim e problemas pessoais. Esses são os motivos que mais levam os funcionários à desmotivação, segundo Fabíola Lago, community manager do Monster Brasil. O problema vem preocupando as empresas, que contabilizam os efeitos da desmotivação: baixa produtividade, atraso na entrega de tarefas, aumento da taxa de turnover, faltas constantes, falta de comprometimento e até sabotagens.

Dados de pesquisas sobre motivação individual extraídos da Universidade de Harvard mostram que um profissional pode passar a vida com um rendimento de 25% de sua capacidade de trabalho e ainda assim manter seu emprego. Entretanto, o mesmo indivíduo, motivado corretamente, aumenta seu desempenho e pode atingir 80% de sua capacidade.

Desta forma, diz Fabíola, os gestores precisam detectar quais são os colaboradores desmotivados e tentar reverter o quadro. Abaixo, confira alguns caminhos que as empresas podem seguir para conseguir manter os colaboradores motivados e empenhados no propósito de seus empregadores:

— Realizar pesquisas de clima organizacional com metodologia bem estruturada e análise aprofundada dos resultados.

— Implementar um plano de avaliação de desempenho com uma boa frequência.

— Elaborar um plano de cargos e salários baseado em competências e com regras bem definidas, que devem ser muito bem divulgadas.

— Avaliação das necessidades primordiais dos colaboradores e fornecer pacotes de benefícios que possam supri-las.

— Política de comunicação adequada, não deixando espaço para "a rádio-corredor", possibilitando que todos os funcionários estejam de acordo com a missão da empresa.


 

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/emprego/desmotivacao-no-trabalho-confira-as-dicas-para-superar-problema-6235098#ixzz2837Z0U8U

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