segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Ministério da Saúde não responde a deputados evangélicos sobre financiamento pró-aborto no Brasil


Até o dia 15, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, não havia respondido aos pedidos de informação feitos por deputados da Frente Parlamentar Evangélica sobre os contratos firmados para estudar a legalização do aborto no Brasil e os resultados dos trabalhos feitos com a Fundação Oswaldo Cruz. Dados publicados no Diário Oficial da União revelaram que o Ministério da Saúde tem prorrogado convênios com a entidade e enviado técnicos aos exterior com o objetivo de estudar a despenalização do aborto e de importar técnicas de "aborto seguro".
O governo federal, apesar das promessas de não promover o aborto no país, está estudando, em continuidade com o governo Lula, desde 2009, novas iniciativas para implantar o aborto no Brasil. O Diário Oficial da União registra o estabelecimento de cinco contratos para promover a implantação do aborto no Brasil e várias viagens de funcionários do Ministério da Saúde para estudarem, no estrangeiro, as novas estratégias da Cultura da Morte.
O prazo para a entrega da documentação requerida pelos deputados terminou ontem (15), apurou a reportagem do Portal Fé em Jesus. O Portal também apurou que a própria Câmara dos Deputados considera incomum o procedimento do Ministério que costuma responder aos pedidos de informação protocolados por parlamentares. Pela Lei 1079 de 1950, isto implica em crime de responsabilidade, com o conseqüente afastamento do Ministro do cargo ocupado e a perda dos direitos políticos por cinco anos.
Segundo uma fonte do Portal, o Ministério está se comportando como se estivesse apostando na indiferença dos brasilerios e pretende seguir, impunemente, com o plano para implantar o aborto no Brasil. Deputados da Frente Parlamentar Evangélica avaliam que o governo, ao patrocinar estudos para descriminalizar o aborto, está cumprindo a agenda internacional que desencadeou recentemente a política do chamado "aborto seguro", a ser introduzida em países que resistem em legalizar o assassinato de bebês no ventre da mãe.
Na opinião deles, o governo está simplesmente curvando-se às exigências de uma agenda internacional que iniciou a elaboração desta nova estratégia há questão de uma década. Fundações estrangeiras planejaram o desencadeamento da nova política do aborto seguro, internacionalmente e de modo simultâneo, em todos os países que resistem à legalização da prática.
Os pedidos de informação foram enviados ao Ministério da Saúde no final de junho passado e foram assinados por 27 deputados.
O resultado destes contratos, estudos e viagens patrocinados pelo Ministério da Saúde começou a ser divulgado pela imprensa brasileira em junho passado. No dia 6 a Folha de São Paulo, em reportagem de capa, afirmava que o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, havia declarado que o sistema de saúde brasileiro passará a acolher mulheres que desejam fazer aborto e orientá-las sobre como usar corretamente os métodos existentes para abortar. Centros de aconselhamento indicarão quaissão,em cada caso, os métodos abortivos mais seguros do que outros.
A Ministra Eleonora Menicucci,da Secretaria das Políticas para as Mulheres, conforme também noticiado, havia afirmado que "Somente é crime praticar o próprio aborto, mas que o governo entende que não é crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto" 
Fonte: Portal Fé em Jesus

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