segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Livros que estimulam o sexo entre crianças são distribuídos com aval do MEC



Uma nova safra de livros destinados às crianças e jovens do Ensino Fundamental que estimula o sexo na pré-adolescência, além de doutrinar sobre homossexualismo e diversidade sexual, deve chegar em breve às salas de aula do país. Os livros têm a recomendação do Ministério da Educação e fazem parte da lista de obras com aval dos chamados Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), uma espécie de bússula que norteia a compra de livros didáticos e paradidáticos pelos diretores das escolas.
Entre os livros recomendados e que podem estar sendo distribuídos a qualquer momento nas escolas estão duas obras da feminista, sexóloga e senadora Marta Suplicy (PT-SP), uma das mais aguerridas apoiadoras dos gays no Congresso Nacional. São dela os livros "Sexo para Adolescentes" e "Sexo se aprende na Escola". O objetivo da senadora é o de estimular o assunto ainda no Ensino Fundamental e faz parte da estratégia de "ganhar" as crianças para a causa homossexual.
Da mesma linha, a de martelar na cabeça da criança que não há nada de errado em fazer sexo muito antes do casamento, o livro "Sexo, Prazeres e Risco", da editora Saraiva e de autoria de antonio Carlos Egypto, voltado para crianças de 8 a 11 anos, aborda a masturbação, métodos anticoncepcionais e "tecnologia da reprodução humana". Sim, o autor acha importante que uma garotinha de 8 anos já saiba que pode fazer sexo aos 10 e evitar a gravidez. E também acredita que a masturbação deve ser adotada pelas crianças, que, muito em breve, a partir deste estímulo constante, passarão a fazer sexo com os coleguinhas.
Boa parte da permissividade repugnante que escorre desses livros é elaborada pelo Grupo de Trabalho E Pesquisa em Orientação Sexual (GTPOS). Este grupo publica livros e produz materiais que eles chamam de "didáticos" e que fazem muito sucesso dentro do Ministério da Educação. Por isso, são indicados.
Um bom volume do material produzido pelo GTPOS vem sendo distribuído nas escolas do município de São Paulo. Dentre os destaques da produção do grupo está um material intitulado "Brincando de Corpo e Gênero" para crianças. Trata-se de um conjunto de 11 pranchas em que a criança pode brincar, como diz o título, sem perceber que está sendo manipulada para aceitar como normais as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Como os próprios autores revelam, "são exercícios destinados a pôr em questão os estereótipos e preconceitos de gênero".
A obsessão pelo tema "gênero" é simples de explicar. Para os educadores de hoje, as crianças precisam aprender que, apesar do sexo diferenciar biologicamente garotos e garotas, elas não precisam viver de acordo como nasceram. Meninos podem viver como meninas e casar com homens e garotas podem se comportar como meninos e casar com outras mulheres. Não importa mais se você será homem ou mulher. Agora é o vale tudo dos educadores do século 21.
Criado pelas feministas, a ideologia de gênero invadiu as salas de aula no Brasil e em outros países do mundo. Ela representa um dos mais violentos ataques à família cristã pois orienta e educa as crianças a acreditarem que o que determina suas vidas não é o sexo e sim o gênero. Por isso que as feministas apoiam o movimento homossexual. Ele reforça o fim das diferenças entre macho e fêmea e suas conquistas civis antecipam a conquista que será a maior de todas: acabar com a família heterossexual.
Quanto mais cedo as crianças aprenderem e praticaram isso, melhor. E no Brasil, a ideologia tem o amparo do Ministério da Educação. O Brasil, assim, pode virar a maior nação gay do planeta bem antes do século chegar ao fim.

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