domingo, 24 de junho de 2012

Em meio a mais uma greve, UnB cai em ranking de universidades da América Latina

Instituição caiu 15 posições na avaliação da britânica (QS) Quacquarelli Symonds. Professores e alunos tentam encontrar justificativas em disputas políticas, greves e rápida expansão


A Universidade de Brasília (UnB) recebeu uma notícia que mexeu com a autoestima de professores e alunos na última semana. A instituição caiu 15 posições em um ranking que avalia a qualidade das universidades da América Latina. No ano passado, quando o indicador foi divulgado pela primeira vez, estava em 11º lugar. Agora, caiu para 25º.
O resultado nada agradável foi anunciado em meio a mais uma greve de professores, que já dura um mês, e funcionários (que começou há pouco mais de 10 dias). As paralisações que já se tornaram rotinas nas instituições públicas angustiam estudantes, atrapalham o aprendizado e, para muitos, se tornaram causa de queda na qualidade de ensino.
impacto das greves não aparece como quesito nos rankings de qualidade de ensino, claro. Mas as consequências das paralisações, na opinião de estudantes e professores, podem ser sentidas no cotidiano das universidades. Atrasos nos calendários, quebra no ritmo das aulas e pressa para fechar os semestres depois são algumas delas.

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