terça-feira, 31 de maio de 2011

Traficantes vendem crack em tendas na Asa Norte

A ousadia dos traficantes de drogas do Distrito Federal não tem limites. Em diversos pontos da Asa Norte, muitos deles passaram a montar barracas para vender crack e cocaína com mais conforto. A Polícia Militar está atenta ao mais novo tipo de comércio de entorpecentes num dos bairros nobres de Brasília, mas admite ser difícil combater essa modalidade de crime. Fingindo-se de moradores de rua, eles erguem o abrigo de madeira e lona, geralmente entre as 21h e as 22h de quinta-feira a domingo, e desmontam o acampamento antes do dia amanhecer.

Na SQN 110, a venda de substância ilícita mudou a rotina de moradores e comerciantes. Depois que uma tenda passou a ser instalada com frequência no gramado próximo ao Bloco I, o trânsito de pessoas diminuiu. Morador da região, Jorge (nome fictício), já presenciou uma mulher sendo assaltada às 6h quando passava em frente à barraca do tráfico. “Eles estavam desmontando (a barraca). A moça passou e eles levaram a bolsa dela. Não deu para ver direito, mas parece que carregam facas. O fato é que essa quadra ficou mais perigosa depois que esse pessoal começou a andar por aqui”, contou.

Ele revela que até carros luxuosos costumam parar próximo à tenda improvisada. Motoristas entregam o dinheiro, pegam a droga e partem. A operação dura poucos segundos. No total, quatro traficantes —sendo uma mulher— são os responsáveis por comandar a distribuição das pedras e do pó aos usuários. O ponto escolhido pelos criminosos é estratégico. Fica próximo a uma área cercada por blocos de concreto. No local deveria ser erguido um edifício, mas a obra nunca saiu do papel. Dentro do cercado, de acordo com moradores, são escondidos drogas, objetos roubados e até armas. “Eles jogam tudo aí dentro. Roubam um som de carro, deixam aí no meio do mato e voltam para buscar dois, três dias depois”, relatou um comerciante que preferiu não revelar a identidade.
Carro da PM passa diante de flanelinhas: possível disfarce de traficantes
Carro da PM passa diante de flanelinhas: possível disfarce de traficantes

Na hora em que o Correio percorria a quadra, a presença de agentes do Instituto de Criminalística (IC), órgão da Polícia Civil do DF, chamou a atenção. Os policiais periciavam o restaurante do empresário Gustavo Gonçalves de Oliveira. O estabelecimento, que fica na SQN 109 — em frente ao local onde é montada a barraca — foi arrombado na madrugada. Os ladrões levaram quase todo o estoque de bebidas importadas, carnes nobres e até chicletes e balinhas. O prejuízo estimado por Gustavo ultrapassa R$ 1,5 mil. Nem mesmo o sistema de segurança com câmeras e alarmes inibiu os bandidos.

Para Gustavo, os autores do furto a sua loja são os mesmos que passam as noites vendendo drogas na quadra. “Tem cliente que a gente precisa acompanhar até o carro, porque eles (os assaltantes) ficam disfarçados de flanelinhas e ameaçam quem não dá dinheiro. Tenho quase certeza que foi essa turma que entrou no meu restaurante", afirmou. Coincidência ou não, no momento em que os policiais estavam no restaurante, todos os vigias de carros desapareceram do estacionamento e só retornaram depois que os agentes foram embora.

Alta potência
O crack tem um grande poder de gerar dependência, pois a fumaça chega ao cérebro com velocidade e potência extremas, causando problemas respiratórios agudos, incluindo tosse, falta de ar e dores no peito. Doenças psiquiátricas como psicoses, paranoia, alucinações e delírios também podem ocorrer.

Problema disseminado
Não são apenas os moradores da Asa Norte que perdem território para as drogas. Em Ceilândia Norte, usuários de crack chegaram, literalmente, ao fundo do poço. Em setembro do ano passado, o Correio mostrou, em uma série de reportagens, a rotina de dezenas de viciados que fumavam pedras de crack dentro de bueiros na QNN 13. Perto dali, a situação era igualmente desoladora. Numa obra inacabada apelidada de Castelo de Grayskull— uma referência ao desenho animado He-Man— o consumo de entorpecentes era constante. Depois das matérias veiculadas, a Administração Regional da cidade cercou a área e tapou os bueiros.

No Centro de Taguatinga, o problema se repete. Não é preciso ir muito longe para se deparar com traficantes e usuários perambulando pela Praça do Relógio e seus arredores. A PM tem intensificado o trabalho na região, mas admite dificuldade em coibir a presença deles. Na Asa Sul, não é diferente. Nas quadras 408, 206 e 110, entre outras, crianças, jovens, homens e mulheres não se intimidam com a presença de policiais. Eles são revistados e, mesmo sob forte efeito de drogas, são liberados, pois a legislação brasileira não considera o usuário um criminoso.

Conflito entre as corporações
O comandante do 3º Batalhão de Polícia Militar (Asa Norte), tenente-coronel Leonardo Santana Rodrigues, confirma que o tráfico de drogas em barracas não é uma peculiaridade da SQN 110. De acordo com o oficial, o fato de os moradores de rua traficarem entorpecentes dificulta o trabalho da polícia. “Hoje, lidar com o morador de rua é uma barreira quase intransponível. Não posso interferir no direito de ir e vir desse morador de rua, mas posso interferir no de permanecer. Quando fazemos operações conjuntas para retirar essas barracas, encontramos drogas, mas é difícil caracterizar como sendo um traficante”, explicou o comandante.

Um entrave para uma investigação mais rigorosa sobre os traficantes da região é o mal-estar que isso pode causar com os colegas da Polícia Civil, responsáveis legais pelo trabalho de apuração de crimes. “Para eu levar um cidadão com droga para a delegacia e dizer que ele é traficante, eu tenho que filmar, fotografar e reunir provas de que ele não é um simples usuário. Se eu não fizer isso, posso ser acusado de abuso de autoridade. Porém, esse serviço pode ser interpretado como se eu estivesse entrando na seara dos colegas da Polícia Civil”, disse Santana, que afirma receber diariamente uma média de seis reclamações relacionadas a problemas com moradores de rua.

Policiamento ostensivo
Atualmente, a Asa Norte conta com efetivo de 90 policiais patrulhando as quadras durante o dia e 40 à noite. A barraca que vende drogas é apenas a ponta de um problema que parece sem fim. Balanço divulgado pela Secretaria de Segurança revelou que, em 2010, as apreensões de pedras de crack triplicaram em relação a 2009. A polícia retirou das ruas 35,6kg do entorpecente, contra 11,9kg recolhidos no ano anterior. Isso representa um aumento de 199,15%. Os números mostram ainda um crescimento de 29,25% nas apreensões de cocaína.

Fonte: CorreioWeb

Suspensão do kit gay NÃO cancela ato público contra a PLC 122 em Brasília

“Vai ser um marco no debate público para a sociedade brasileira manifestar sobre a polêmica questão do Projeto de Lei 122, que traz em seu bojo uma série de privilégios para um segmento considerado minoria absoluta”. Com estas palavras, o senador Magno Malta, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família Brasileira reforçou o convite para a participação popular na manifestação pacífica marcada para a próxima quarta feira, em frente ao Congresso Nacional em Brasília.
O recuo do Ministério da Educação na distribuição das cartilhas Escola Sem Homofobia não foi o suficiente para cancelar a manifestação que tem vários líderes na coordenação. É o caso do pastor Silas Malafaia que já motivou e convocou diversos setores religiosos.
Para o senador Magno Malta a Manifestação pacifica é irreversível mesmo com a vitória na luta contra o kita gay. “O enfrentamento em defesa da família brasileira continua. Estamos mobilizando forças de todos os setores. A Comissão dos Direitos Humanos do Senado já aprovou as audiências públicas e vamos atravessar a fronteira da religião para chegar ao coração da família brasileira. Todos os setores devem expressar com liberdade o que querem na mudança dos costumes. Católicos, espíritas, budistas, maçons e evangélicos, enfim todos os setores organizados da sociedade civil como OAB, Lions Club, Rotary, Ministério Público, Conselhos Tutelares, todos devem participar deste debate”, conclamou Magno Malta.
Segundo o pastor Silas Malafaia, “trata-se de uma manifestação com um verdadeiro ‘pacotão’ para esclarecer as famílias brasileiras da ameaça que representa o PLC 122/06. Não vamos aceitar mudança de comportamento imposta pela minoria. Não aceitaremos o cerceamento da liberdade de expressão, jamais iremos discriminar, mas nunca deixaremos de orientar que homossexualismo não é prática cristã. Mesmo sendo dia normal de trabalho, vamos colocar mais de 30 mil pessoas em frente ao Congresso Nacional”, informou Malafaia.
O Ato Público em Brasília começa na manhã da próxima quarta-feira com reunião de lideres às 9 horas no auditório Petrônio Portela no Senado e às 14 horas todas as comitivas estarão reunidas em frente ao Congresso. “Vem gente de todo o Brasil para falar em defesa da família brasileira, concluiu Magno Malta.

MARCHA DA FAMÍLIA - ESTÁ CHEGANDO A HORA DO BRASIL OUVIR O POVO DE DEUS

MARCHA DA FAMÍLIA - ESTÁ CHEGANDO A HORA DO BRASIL OUVIR O POVO DE DEUS

domingo, 29 de maio de 2011

PLC 122 é rejeitado por 95% dos cidadãos no Alô Senado

A semana começa, como de hábito, reportando a movimentação registrada em nossa Central de Relacionamento na última sexta-feira (20). O número de manifestações relativas ao PLC 122 manteve-se alto, respondendo por 90% do total. O índice de rejeição dos cidadãos que se manifestaram pelo Alô Senado permaneceu próximo dos 95%. Mensagens contrárias ao “Kit contra a homofobia”, do Ministério da Educação, também foram registradas.


Fonte: www.senado.gov.br 

Convocação do Bispo Rodovalho para Marcha da Família

Apesar de nossa recente vitória, quando a presidenta Dilma determinou a suspensão da distribuição do KitGay nas escolas brasileiras, essa foi apenas uma batalha em toda essa guerra.

Na próxima quarta-feira, dia 1º de junho estaremos todos marchando pela Família, na Esplanada dos Ministérios em Brasília. Igrejas, líderes de todos os ministérios, parlamentares evangélicos e católicos, enfim, somos um na defesa da instituição mais sagrada da terra e projeto pessoal de Deus - A Família. Espero você lá e quem não puder vir à Brasília, vamos nos manifestar na web. Para quem participa no Twitter, utilize a Hashtag #MarchapelaFamília, envie emails para seus contatos, repasse os vídeos e cartilhas, poste no Facebook e Orkut. Vamos conscientizar a sociedade sobre o que está acontecendo!

Assista ao vídeo com a chamada que gravei e divulgue. Organize sua caravana e compareça!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Sexualidade é um assunto muito complexo para ser tratado com cartilha - CBN

Sexualidade é um assunto muito complexo para ser tratado com cartilha - CBN

MEC mentiu! O Kit era para ser distribuído para crianças de 11 anos

O kit de material educativo “Escola sem homofobia” que provocou polêmica entre religiosos no Congresso e levou a presidente Dilma Rousseff a vetar sua distribuição tinha como público-alvo não só alunos do ensino médio, como informava o Ministério da Educação. O material também foi preparado para ser apresentado a alunos a partir dos 11 anos de idade que cursam o ensino fundamental do 6º ao 9º ano
A faixa etária está registrada no caderno “Escola sem homofobia”, que orienta como o kit anti-homofobia deveria ser aplicado na sala de aula e apresentado a professores e pais. Fazem parte do kit três vídeos, um DVD e guias de orientação a professores.




Uma palavra mal colocada pode resultar num dano maior do que simplesmente não falar nada
Destinado a professores, gestores e outros profissionais da educação, o caderno, ao qual O GLOBO teve acesso ensina dinâmicas de grupo para trabalhar com estudantes do ensino fundamental, em temas como homossexualismo, bissexualismo. “Essas dinâmicas podem ser aplicadas à comunidade escolar e, em especial, a alunas/os do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e do ensino médio”, diz o caderno.
A destinação do kit contra a homofobia a alunos do ensino fundamental fica evidente no conteúdo do vídeo “Boneca na mochila”. Este é um dos filmetes do kit e traz na capa uma criança pequena com uma mochila. O vídeo conta uma história baseada em fato verídico: uma mãe é chamada às pressas na escola porque “flagraram” o filho com uma boneca na mochila. No caminho do colégio, num táxi, a mãe escuta essa notícia no rádio e fica ainda mais aflita.

O guia de discussão que acompanha o vídeo sugere dinâmicas para os professores trabalharem com os alunos e discutirem esse conteúdo. Um dos capítulos propõe mostrar os “mitos e estereótipos” mais comuns que envolvem gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, a partir das seguintes afirmações, que devem ser completadas pelos alunos: “Meninos que brincam de boneca e de casinha são…”; “Mulheres que dirigem caminhão são…”; “A pior coisa num gay é…”; “Garotas que partem para a briga são…”.

Ao propor debate sobre sexualidade, a cartilha recomenda questionar ao aluno: “Ser um menino mais sensível e uma menina mais durona significa que são ou serão gay e lésbica?”

No material do kit em poder do MEC, há seis Boletins Escola sem Homofobia (Boleshs), destinados aos estudantes, com brincadeiras, jogos, letras de música e dicas de filmes. Todos com o tema diversidade sexual e homofobia. Uma das letras de música incluídas foi a canção “A namorada”, de Carlinhos Brown, cujo refrão diz “namorada tem namorada”.
Na brincadeira de caça-palavras, os alunos têm que decifrar 16 palavras correspondentes a definições como: “pessoa que sente desconforto com seu órgão sexual (transexual)”, “nome da ilha que deu origem à palavra lésbica (Lesbos)”, “órgão sexual que é associado ao ser homem (pênis)”.

O boletim traz brincadeiras de “o que é o que é”, com conceitos de parada do orgulho LGBT, homofobia, diversidade sexual, entre outros. Na sessão sobre filmes, os alunos são orientados a procurar nas locadoras ou na escola “Brokeback Mountain”, história de dois jovens que trabalham numa fazenda e tem relacionamento amoroso; “A gaiola das loucas”, comédia sobre o dono de um cabaré gay que entra em apuros quando o filho dele, noivo da filha de um senador moralista, vai apresentar sua família. São sugeridos também “Milk”, com Sean Penn, e “Desejo proibido 2″.
Os boletins também trazem textos sobre esses temas.
Na capa de um, “Terremoto no território machista”, o assunto tratado é sobre a capacidade do ser humano de interagir com pessoas diferentes. Outra edição é aberta com o texto “Homofóbicos são os outros?”, que relata história de uma jovem que é preconceituosa mas acredita não ser.

No guia do vídeo “Torpedo”, com a perseguição de alunos a duas estudantes que mantêm uma relação, as ONGs responsáveis pelo material sugerem que, após exibição, seja perguntado aos alunos: “É diferente a reação das pessoas quando veem duas garotas de mãos dadas e dois garotos de mãos dadas?”; “Um professor, ou uma professora, teria menos credibilidade se fosse homossexual, travesti, transexual ou bissexual? Por quê?”

O Ministério da Educação informou nesta quinta-feira que o material produzido seria indicado apenas para o ensino médio. E que a indicação para o ensino fundamental não seria aprovada. A distribuição do kit foi abortada por ordem da presidente Dilma. A professora Lilian do Valle, professora de Filosofia da Educação da Uerj, alerta:

- Quanto mais baixa a idade, mais delicada a situação. É uma idade muito sensível para questões afetivas e psiquícas. Uma palavra mal colocada pode resultar num dano maior do que simplesmente não falar nada. Tem que envolver um trabalho maior, interdisciplinar. Não é simplesmente aprovar uma lei e jogar o kit. É pedir demais do professor esse tipo de responsabilidade. Não se pode esperar que a escola resolva os problemas da sociedade.
Fonte: Fenasp.com e Jornal O Globo

quinta-feira, 26 de maio de 2011

'Não permito propaganda de opções sexuais' Afirma Presidenta Dilma Rousseff


Em um dos raros momentos em que concedeu entrevista após um ato público, a presidente Dilma Rousseff desaprovou ontem o kit anti-homofobia que estava sendo elaborado pelo Ministério da Educação para ser entregue em forma de material didático às escolas. 

"Nós não podemos interferir na vida privada das pessoas. Agora, o governo pode, sim, fazer uma educação de que é necessário respeitar a diferença, que você não pode exercer práticas violentas contra aqueles que são diferentes de você", afirmou. 

Ela disse que viu parte de um dos vídeos e desaprovou seu conteúdo. "O governo defende a educação e também a luta contra práticas homofóbicas. No entanto, não vai ser permitido a nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais", disse Dilma. 

A presidente também falou pela primeira vez sobre as denúncias contra o ministro Antonio Palocci (veja abaixo). 

Veto à distribuição 

A produção foi suspensa na quarta-feira após furor de integrantes da bancada religiosa no Congresso. Um dos mais incisivos foi o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), ex-governador do Rio, que chegou a pedir a saída do ministro Fernando Haddad (Educação). Ontem, em seu blog, ele elogiou o fato de a presidente vir a público para responder às perguntas feitas pelos jornalistas. 

O kit era composto por cartilhas e vídeos. Eles abordavam temas como bissexualidade e transexualidade e o objetivo era usá-los em debates com estudantes de 6 mil escolas do ensino médio a partir do segundo semestre. Nele, garotas se beijavam e um jovem descobriu que poderia ficar tanto com garotas quanto com meninos. 

A socióloga Sylvia Cavasin, responsável por um dos vídeos, disse que uma cena de beijo foi vetada pelo MEC. "Tudo foi feito com muito cuidado", disse ao G1. 

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Após pressão contra Palocci, governo suspende kit anti-homofobia do MEC

Depois da pressão da bancada evangélica e de grupos católicos do Congresso e das ameaças dos parlamentares desses grupos de apoiar investigações sobre o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, o governo federal decidiu suspender a produção e a distribuição do kit anti-homofobia, que estava em planejamento no Ministério da Educação. Segundo o governo, todo o material do governo que se refira a "costumes" passará por uma consulta aos setores interessados da sociedade antes de serem publicados.
A suspensão do kit foi confirmada pelo ministro da Secretaria-Geral da República, Gilberto Carvalho, no começo da tarde desta quarta-feira.
A pressão dos parlamentares dos grupos de evangélicos e católicos foi feita com ameaças de convocar o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci para esclarecer a multiplicação do seu patrimônio e de pedir uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na área da educação por causa do projeto do material que seria distribuído às escolas para promover a diversidade. O ministro Carvalho, no entanto, discorda da versão de um acordo com os parlamentares envolvendo o caso de Palocci: "Não tem toma lá, dá cá", disse.
Segundo Carvalho, o governo "achou que seria prudente não editar esse material que estava sendo preparado no MEC e a presidente Dilma Rousseff decidiu pela supensão desse material, assim como o vídeo que estava sendo preparado por uma ONG". Ele afirmou também que, a partir de agora, todo material sobre costumes "será feito a partir de uma consulta mais ampla à sociedade".
Sem convocação nem CPI
Ao conseguir a suspensão do kit anti-homofobia, as bancadas evangélica e católica deixaram de pedir a convocação de Palocci e recuaram na abertura de uma CPI da educação.
Para Gilberto Carvalho, se as bancadas decidiram não fazer os pedidos, a mudança de atitude não tem relação com o recuo do governo sobre a questão do kit gay.
Já o deputado Antonhy Garotinho, afirmou: "todas as decisões que tínhamos tomado ontem, obstrução, criação de CPI do MEC e a convocação do ministro Palocci, estão suspensas com o compromisso que o ministro assumiu [de suspender o kit e colocar as bancadas nas discussões sobre material sobre costumes] e não com o pedido deles".
Na sessão de ontem, Garotinho já havia sugerido a ameaça: "Hoje em dia, o governo tem medo de convocar o Palocci. Temos de sair daqui e dizer que, caso o ministro da Educação não retire esse material de circulação, todos os deputados católicos e evangélicos vão assinar um documento para trazer o Palocci à Câmara”, afirmou à Agência Câmara.
Polêmica sobre material didático
O kit é composto de três tipos de materiais: o caderno do educador, seis boletins para os estudantes e cinco vídeos, dos quais três já estão em circulação na internet. Os boletins deveriam trazer orientações sobre como lidar com colegas LGBT abordando assuntos relacionados a sexualidade, diversidade sexual e homofobia. O material seria destinado a alunos do ensino médio, ou seja, com idade mínima de 14 anos.
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi o mais barulhento oponente do projeto e acusou o ministério de "incentivar a homossexualidade". Ele chegou a mandar imprimir 50 mil cópias de um panfleto contra o plano nacional que defende os direitos dos gays.
Já o professor português António Nóvoa acha que o melhor local para discussão do tema não é a sala de aula.  “Trata-se de um diálogo educativo que vai muito além desta”, afirma. “Mas como a comunidade não tem condições ainda de arcar com essa responsabilidade, a solução é deixar a escola assumir parte do trabalho”.
Fonte UOL

Senador Magno Malta disse que Ministro da Educação mentiu

 
Em discurso inflamado, senador Magno Malta (PR/ES) criticou duramente o ministro da Educação, Fernando Haddad
 
         Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família Brasileira, senador Magno Malta, demonstrou total indignação com a postura do Ministro da Educação que tem evitado discutir abertamente a questão do Projeto Escola sem Homofobia, que traz cenas fortes de homossexualismo com crianças em ambiente escolar, “Haddad faltou com a verdade em recente audiência no Congresso Nacional quando escamoteou afirmando que não sabia da produção do já conhecido kit gay”, criticou Malta.
         Em tom forte e firme, usando a tribuna do Senado, Magno Malta não poupou o Ministro da Educação que não quer debater o assunto com transparência com a Frente Parlamentar em Defesa da Família. Ele recebeu apoio de outros senadores, que engrossam a fileira dos que não aceitam a cartilha e vídeos para alunos de 14 anos, que mostram beijos entre meninas e garotos namorando, assumindo na escola a homossexualidade. O material já está sendo exibido pela internet e tem gerado polêmica em todo o Brasil.
         “Vamos promover na próxima quarta-feira, aqui, em frente ao Congresso Nacional, um grande ato público com famílias de todo os estados. Queremos repudiar e evitar a distribuição do material do programa Escola sem Homofobia. É uma indignação nacional e já confirmamos caravanas de ônibus e avião de várias cidades. Venha também mostrar que educação é dever dos pais, governo não pode ensinar, principalmente errado, como devemos proceder com nossos filhos”, disse Magno Malta.
         Durante show realizado na segunda-feira, em comemoração ao aniversário de Vila Velha, Espírito Santo, para uma multidão de mais de 70 mil pessoas, Magno Malta também criticou o teor do material audiovisual que compõe o kit. “Querem transformar as escolas em academias de homossexualismo e não vamos permitir que esta aberração aconteça no Brasil”, afirmou Malta sob forte aplauso.
         Recebendo apoio de todos os setores da sociedade, Magno Malta apresentou requerimento que foi aprovado pela Comissão dos Direitos Humanos do Senado que permite a realização de audiências públicas em todo o Brasil para debater o projeto de Lei 122, apelidada de Lei da Homofobia. “Vamos atravessar a fronteira da religião e ouvir o coração da família. Até agora o Brasil não foi ouvido sobre esta polêmica. Quem julga o mérito é o parlamento, mas nesta democracia representativa temos o dever de escutar as entidades civis, como OAB, Ministério Público, maçonaria, Confederação dos Bispos do Brasil, Federações Espíritas, o islamismo, budismo e todos os segmentos organizados que preservam a moral e os bons costumes familiares” acentuou o senador do espírito Santo.
         No pronunciamento no Senado Federal, Magno Malta indagou: “senhor já ouviu o teor, a linguagem do tal filmete? Ministro Haddad, ponha a mão no juízo. Nós precisamos discutir isso com a Presidência da República”, disse o senador, que também apontou a falta de atenção do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e do secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, aos pedidos de audiência feitos pelos senadores.
         Afirmando que respeita as opções sexuais de qualquer pessoa, senador Magno Malta deixa claro que, “não permitiremos que mudem o comportamento de toda uma sociedade, com privilégios para algumas minorias. Não discuto a homossexualidade, mas quero debater com o Brasil as imposições que estão querendo estabelecer por força de lei. A PL 122 chega ao limite de cercear a liberdade de expressão, rasgando a constituição brasileira e as clausulas pétreas”, frisou.
         Para Magno Malta, “uma minoria barulhenta tenta se sobrepor a uma maioria absoluta deste país, uma maioria que acredita em princípios de família, como Deus assim constituiu”. Neste momento do pronunciamento no plenário, em aparte, o senador Walter Pinheiro (PTBA) assinalou como fundamental a distinção entre respeitar determinadas práticas e promovê-las. “Concordo com Magno Malta, o Ministério da Educação é que precisa ser orientado nesta questão”, disse Walter Pinheiro.
         A manifestação de paz contra o kit gay e a PL 122, marcada para a próxima quarta-feira, em Brasília, vai reunir lideranças de todas as religiões e setores organizados da sociedade civil. O movimento está previsto para começar às 3 horas da tarde, em frente ao Congresso Nacional.
Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A "DES" EDUCAÇÃO" NO BRASIL




Este vídeo da Professora Amanda Gurgel demonstra um pouco da realidade da educação no nosso país. A falta de investimentos, a centralização da gestão, gastos desnecessários e a corrupção tem sido mortais na manutenção da qualidade do ensino público.

Enquanto nossas escolas estão "caindo aos pedaços", os salários dos professores a míngua, o MEC investe milhões em Kits que desconstroem os princípios da família promovendo uma verdadeira "DES" EDUCAÇÃO.

Infelizmente o que foi apontado pela professora é uma triste realidade. As autoridades não conseguem ou não querem enxergar que para a melhoria da educação é necessário investimento no aparelhamento e estruturação de nossas escolas.

Aumentar o percentual do PIB para investimento na educação é uma saída, mas defendo que os parlamentares deveriam ser "obrigados" a destinarem cerca de 30% de suas emendas para educação. Cada parlamentar tem direito a R$ 12 milhões para aplicarem em projetos de suas escolhas, com esta sugestão acolhida pela LDO¹ cada parlamentar deveria destinar R$ 3,6 milhões para educação, somando este valor com a quantidade de deputados e senadores (513+81=594), seriam investidos diretamente na educação com prioridade de execução mais de R$ 2 bilhões. Só no DF seriam destinados mais de R$ 39 milhões.

Já na Câmara Distrital cada parlamentar tem direito a R$ 6 milhões de emendas, caso o percentual fosse adotado cada Deputado Distrital seria "obrigado" a destinar R$ 1,8 milhão e chegaria a um total de mais de R$ 43 milhões, ou seja  por ano teríamos mais de R$ 79 milhões destinados aos projetos de educação no DF.  Agora vamos pensar: Quantas escolas poderiam ser construídas/reformadas com este valor anualmente? Quantos livros/material didático poderiam ser acrescentados nas bibliotecas? Quantas salas de informática poderiam ser construídas e colocadas a disposição da sociedade?

Fica aí a proposta de "obrigarmos" os parlamentares a investirem 30% de suas emendas em educação, assim daremos um passo para melhorar nossa educação.

Por: RODRIGO DELMASSO
Vice-Presidente do FENASP e Vice-Presidente do Partido Trabalhista Nacional no DF (PTN-DF)


¹ LDO ==> Lei de Diretrizes Orçamentárias: Esta é a Lei que determina como o orçamento deve ser elaborado e como as emendas devem ser destinadas.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Senador critica proposta de distribuição de kit contra homofobia

A afirmação foi feita na segunda-feira (16) em discurso na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, durante uma audiência pública sobre o combate à pedofilia.
"Estão preparando um kitzinho para meninos a partir de seis anos de idade. Um filmete ensinando a beijar na boca, ensinando as crianças a se relacionar sexualmente", disse o senador.

Segundo ele, a iniciativa é capitaneada "por uma minoria barulhenta, apoiada por parte da mídia". "As nossas escolas se tornarão escolas preparatórias de homossexuais. Os nossos pequenos estarão na academia da homossexualidade."

No discurso, o senador usou o mesmo tom para criticar o projeto de lei que criminaliza a homofobia. Para Malta, a proposta é "uma tentativa de criar um império homossexual no Brasil. Uma casta, diferenciada, que pode tudo enquanto a sociedade não pode nada."
"Eles querem o que o índio, o negro, o idoso e o portador de deficiência não têm. E ninguém fez opção para ser índio, negro, portador de deficiência, idoso. Mas eles fizeram opção", disse.

Em outro trecho, ao se referir às iniciativas de combate a drogas como o crack, definiu o Brasil como "um país de hipócritas, de bêbados".

Procurada, a assessoria do MEC disse que o kit de combate à homofobia ainda está em análise, mas destina-se a alunos do ensino médio, com mais de 14 anos.

Fonte: Folha.com.br

terça-feira, 17 de maio de 2011

MPT lança campanha contra a exploração sexual de crianças e adolescentes




 A partir desta quarta-feira (18), o Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS) começará a divulgar, na mídia do Rio Grande do Sul, nova campanha contra a exploração sexual infantil. O título das peças é "Criança não é mercadoria". A criação e a veiculação das propagandas de cunho social foi possível graças a um acordo firmado, em 2009, com o Grupo CEEE.

O ajuste envolve o total de R$ 4 milhões a serem investidos, ao longo de quatro anos, em campanhas de conscientização contra a violação dos direitos dos menores. Em 2009, a ação também abordou a exploração sexual de crianças e adolescentes. Em 2010, o tema escolhido foi o combate ao trabalho infantil doméstico. Neste ano, a campanha criada e produzida pela agência Novacentro prevê veiculações em emissoras de televisão e de rádio, jornais, outdoors, busdoors e circuito interno de TV em ônibus. Também foram produzidos encartes de jornal, cartazes e folders. As crianças que participaram da campanha são estudantes e tiveram autorização judicial.

O procurador-chefe substituto do MPT-RS, Ivan Sérgio Camargo dos Santos, alerta que a exploração sexual de menores é crime e deve ser denunciada. “É um problema grave, que destrói a infância e precisa ser enfrentado pela sociedade”, explica. As denúncias podem ser encaminhadas pelo telefone (51) 3284-3000. Além disso, é possível se dirigir diretamente à sede do MPT, na Capital (rua Ramiro Barcelos, 104, bairro Floresta), ou a uma das oito unidades da Instituição espalhadas pelo Interior gaúcho. Os endereços são encontrados no site www.prt4.mpt.gov.br, que ainda tem um link para a comunicação eletrônica.

A campanha começará justamente no "Dia Nacional de Luta Contra o Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes", criado em 2000, pela Lei Federal 9970/00. Nesta quarta-feira, 18 de maio, completar-se-ão 38 anos que Araceli Cabrera Sanches, uma menina de oito anos, foi sequestrada, drogada, espancada, estuprada e assassinada por filhos da alta sociedade de Vitória (ES). O caso comoveu todo o país e permanece impune.

 
Fonte: Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul

"O problema está nas entrelinhas, sra. Marta"





A Senadora Marta Suplicy, inconformada com a derrota, tentou mais uma vez ludibriar a sociedade com suas declarações. Marta que segundo o jornal O Estado de São Paulo incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência declarou: "O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão. Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas. O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?", questionou Marta. 

Observem o trecho: “... mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas”.

A própria frase da Senadora denúncia o que ela tentou omitir. A emenda que a mesma destaca, foi apenas uma manobra para tentar enganar a sociedade. Ela permite a liberdade de expressão para os religiosos APENAS DENTRO de seus templos. Fora deles lhes restam apenas a mordaça.

O que também não é mencionado, é que a censura estende-se também aos sites religiosos. Ou seja, com a emenda da Marta Suplicy, os sites e blogs religiosos não poderão exercer sua ideologia religiosa livremente, e caso preguem o mesmo que é pregado dentro de seus templos, estarão enquadrados no crime de homofobia.

Fica cada vez mais claro que nossa liberdade de expressão e religião está em xeque.

Os religiosos serão enclausurados em seus templos, enquanto os homossexuais poderão exercer seu ativismo em qualquer lugar, incluindo escolas. Os pregadores serão calados, e os ativistas gays anunciarão nas praças.

Parabéns a bancada evangélica e a todos deputados que lutam contra essa mordaça. Destaque para o nobre deputado Jair Bolsonaro chamando a senadora Marinor Brito de heterofóbica.

Fica a brilhante frase do grande Jurista Ives Gandra ao comentar sobre o Kit Gay do MEC (Ministério de Educação), em entrevista ao Estado de São Paulo:


Tudo o que se tenta privilegiar, à luz do argumento de que isso tenha sido discriminado, acaba culminando numa discriminação às avessas.

Fonte: BrasilWiki.com.br

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Uma abordagem sobre o PLC 122/2006

Seca já começa a dar sinais e Distrito Federal está há 34 dias sem chuvas

A tão temida seca parece ter chegado. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), não chove no Distrito Federal desde 11 de abril. Normalmente, o índice pluviométrico esperado para o mês de maio é de 39 milímetros, mas até agora não choveu nada. “Pode chover nesse período, que vai de maio, quando o inverno se aproxima, até meados de setembro, mas não é algo esperado” afirma o meteorologista do Inmet Manoel Rangel, que tem 27 anos de experiência na profissão.

Os termômetros devem registrar média máxima de 26ºC e mínima de 15ºC durante este mês. Na madrugada do último dia 12, os termômetros marcaram 13,6ºC. De acordo com os registros oficiais do Inmet, foi a temperatura mais baixa do ano. “O frio é uma característica do inverno. Ele é provocado pela passagem das massas de origens polares, que são frias e secas”, esclarece Manoel Rangel. A umidade relativa do ar deve baixar para 27% ainda em maio, já tendo sido registrados 32% no último dia 11.

Os atletas Renan Matheus Telhado, Gabriel Teixeira, Caio Vinícius Andrade e Lucas Silva mudaram os hábitos há algumas semanas. Os jovens passaram a beber mais água durante os treinos da equipe juvenil do Legião Futebol Clube. “Fica complicado treinar, a garganta fica seca e a gente se cansa bem mais rápido. Mas tenho me hidratado mais para compensar a secura”, diz Renan Matheus. O mesmo hábito dos atletas foi adotado pela dona de casa Fabiana Kalil, que caminha a cada dois dias no Parque da Cidade. “Bebo bastante água de coco. Esse é o meu segredo” afirma.

A médica-alergista Marta Guidacci conta que sangramento nasal, mal-estar, tontura, pele seca, olhos vermelhos, boca seca e lábios rachados são sintomas comuns nessas condições climáticas, o que pode resultar em desmaios e em altos níveis de desidratação. A solução é ingerir bastante líquido, como sucos e água. Outra estratégia para se livrar dos problemas causados pela baixa umidade do ar é evitar banhos demorados e quentes, pois eles ressecam a pele.

De acordo com a especialista, o uso de umidificadores pode atrapalhar. Não há evidências científicas de que o uso desse tipo de equipamento — incluindo vaporizadores — para elevar a umidade do ar tenham efeitos positivos na fisiologia respiratória. O ar úmido e quente é favorável à proliferação de micro-organismos como fungos, bactérias e ácaros. “Não é recomendado usar umidificadores nem bacias de água e toalhas molhadas. Devemos umidificar o nosso corpo, e não o ambiente externo” explica Marta Guidacci.

Aqueles com problemas respiratórios devem tomar ainda mais cuidado, pois nesta época do ano geralmente as noites são frias e os dias, quentes. Essa alteração brusca de temperatura propicia infecções virais, que podem complicar com doenças bacterianas como amigdalites, sinusites, otites e até meningites. As infecções virais e bacterianas podem precipitar crise de asma e piora da rinite alérgica. A designer Fernanda Bergamaschi, que tem sinusite e bronquite, faz exercícios normalmente, mas prefere ambientes cobertos e sempre usa roupas leves durante prática de esportes. “Já tive sangramento nasal em anos anteriores, mas atualmente não sofro mais como esse problema” afirma.

Fique atento
Veja algumas recomendações para o período da seca

» Ingerir bastantes líquidos (água, sucos naturais e chás);
» Alimentação saudável rica em verduras, legumes e frutas;
» Hidratar a pele com cremes;
» Evitar banhos demorados e quentes;
» Usar filtros solares;
» Praticar esportes principalmente em áreas cobertas;
» Usar roupas adequadas ao clima.


Fonte: CorreioWeb